Imprimax sorteia bobina de vinil adesivo cromo

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/12/2017
Sorteio ocorre no dia 14 de dezembro

Sorteio ocorre no dia 14 de dezembro

Você sempre quis fazer um envelopamento com vinil cromado, mas nunca teve oportunidade? Talvez essa seja a sua chance. A Imprimax está sorteando uma bobina dessa mídia tão cobiçada. Para concorrer, basta curtir tanto o perfil da empresa no Instagram (@imprimaxadesivos) quanto a publicação sobre o sorteio que está nessa rede social. Ao curtir a foto, não esqueça de marcar dois amigos. Atente-se às regras e torça para ganhar o rolo.

O sorteio está marcado para o dia 14 de dezembro.

O vinil cromado faz parte da linha Gold Tuning/Decoração. O substrato conta com frontal de alta performance de 90 micra, cola acrílica reposicionável e liner de papel couché siliconado de 140g/m2. A expectativa de durabilidade da mídia é de até 18 meses em aplicações externas ou internas.

Fonte: Imprimax



GCC lança plotters de recorte da série Puma IV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 14/06/2018
Linha tem máquinas com larguras de 60cm e 132cm

Linha tem máquinas com larguras de 60cm e 132cm

A fabricante GCC anunciou no mercado internacional a Puma IV, linha de plotters de recorte derivadas da Puma III e da Expert Pro. Com novo design, a série é composta pelos modelos padrão e LX (com ferramentas melhoradas) e máquinas com larguras de 60cm e 132cm.

As plotters operam com força máxima de 500 gramas e velocidade de 1.020mm/s a 45 graus. Além disso, podem se conectar em rede em apenas um ou vários computadores.

De acordo com a fabricante, as máquinas incluem dispositivos que garantem rastreamento de 5m, para garantir a saída de qualidade e economizar materiais. Uma outra ferramenta das plotters segmenta os dados de plotagem de trabalhos mais longos, o que confere maior qualidade e precisão de corte.

Os modelos Puma IV LX vêm com sistema de alinhamento automático (que detecta marcas de registro), função de posicionamento segmentado (para corrigir impressões distorcidas) e rotação automática (que detecta as marcas de registro para distinguir a direção de alimentação do material e girar o conteúdo de corte).

Fonte: GCC



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.