Imprimax promove novo curso de envelopamento

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/03/2013

Dicas para melhorar a aplicação do envelopamento líquido

Aplicação do envelopamento líquido é tema de curso

Nos dias 26 e 27 de março, a Imprimax, empresa especializada em vinis adesivos, promoverá mais um curso de envelopamento. Na ocasião, os participantes receberão treinamento para a aplicação de vinil e Power Revest.

Com a intenção de aumentar o conhecimento dos interessados, além da apresentação do produto serão mostradas diferentes técnicas capazes de diferenciar o trabalho do aplicador e conferir melhores resultados.

Cada participante receberá um kit de aplicação composto por:

* Bobina de 25 metros de vinil preto fosco bubble free;
* ¼ de Power Revest;
* Certificado de participação.

O treinamento ocorre na sede da Imprimax: Rua Karan Simão Racy, 49 – Km 11 via Anchieta – Pq. Fongaro.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail: vanessa.vitorino@imprimax.com.br

Fonte: Imprimax



Fisher Textiles apresenta tecido para impressão digital

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/09/2014

Tecido é indicado para impressão direta

Tecido é indicado para impressão direta

A Fisher Textiles, fornecedora internacional de mídias para comunicação visual, acrescentou um novo material à linha Direct Disperse, composta por tecidos para sinalização, displays, PDV, lojas de varejo, capas para mesas, entre outras aplicações.

A novidade, intitulada DD 3800 Luxury Lite, tem revestimento especial para receber impressão sublimática. A mídia tem acabamento acetinado branco brilhante e, segundo a empresa, apresenta maciez e aparência elegante.

O tecido está disponível em largura de 120 polegadas e atende aos requisitos da norma NFPA 701 (sobre materiais inflamáveis).

Fonte: Fisher Textiles



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático