Impressora Acuity Ultra recebe upgrade

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 03/06/2019
Atualização permite equipamento rodar em velocidade maior

Atualização permite equipamento rodar em velocidade maior

A fabricante Fujifilm apresentou um modelo atualizado (5044) da impressora Acuity Ultra na Fespa 2019 Global Print Expo, feira que ocorreu em Munique, Alemanha, entre os dias 14 e 17 de maio. Entre as novidades da máquina estão o duplo CMYK e o modo de 1 passada (de alta velocidade).

O novo modo de impressão de 1 passada possibilita produções a uma velocidade de 400m2/h. Já a configuração de duplo CMYK potencializa a produtividade da impressora e mantém altos níveis de qualidade. As cabeças disparam gotas de 3,5 picolitros e oferecem 3 níveis de greyscale.

Outro recurso é a suavização flexível, com a qual os usuários podem optar por 100% de suavização, para reduzir faixas e maximizar a qualidade das imagens. Ao usar 0% de suavização, é possível maximizar a velocidade de impressão. Essa flexibilidade dá aos usuários opções de configuração para cada trabalho.

A Acuity Ultra pode receber upgrades, pois tanto sua arquitetura escalável quanto sua construção modular oferecem opções de atualização e melhoria.

A Acuity Ultra está disponível em modelos de 5m e 3,2m. A máquina emprega tintas originais Uvijet GS, aprovadas pela GREENGUARD.

Fonte: Fujifilm



Inx lança tinta Triangle MGA UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 10/04/2014

MGA é tinta digital UV compatível

MGA é tinta digital UV compatível com impressoras Durst

A Inx, fabricante de materiais para impressão digital, anunciou a nova Triangle MGA UV, tinta digital pigmentada para uso em impressoras da linha Durst Rho.

Segundo a fabricante, a MGA UV é um insumo à base de acrilato e apresenta alta densidade e adesão em substratos plásticos.

Indicada para impressão de cartazes, displays de PDV e displays backlit, a tinta está disponível em CMYK, light cyan, light magenta, laranja, verde, branco e verniz.

A embalagem externa da MGA UV usa papelão e pode ser facilmente reciclada. Já a embalagem interna (que contém a tinta) é um saco, que tem 75% menos plástico do que a garrafa original de 5 litros.

Michael Armstrong, gerente de vendas da Inx nos EUA, declarou: "Sabemos como as cabeças de impressão funcionam, então formulamos nossas tintas a partir desse conhecimento. Isso assegura o desempenho de todas as tintas Triangle".

Fonte: My Print Resource



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático