HP apresenta três novos modelos de impressoras látex

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/05/2016
A partir de meados de 2016, HP passará a comercializar impressoras Latex 1500, 560 e 570

A partir de meados de 2016, HP passará a comercializar impressoras Latex 1500, 560 e 570

A HP, desenvolvedora de tecnologias, revelou mais três novas impressoras látex. Uma delas é a Latex 1500, que conta com largura de 3,2m. As outras duas fazem parte da série Latex 500, composta pelos modelos 560 e 570, ambas com largura de 1,6m. Segundo a empresa, as máquinas passarão a ser vendidas a partir de julho de 2016. Confira as principais características e novidades dos equipamentos.

HP Latex 560 e 570

Além de poder trabalhar na velocidade de 23m²/h (modo indoor), as impressoras HP Latex 560 e 570 apresentam um novo modo de produção, que permite a reprodução de imagens com densidade de tinta 50% maior (do que equipamentos antecessores).

Com capacidade de executar todas as tarefas na frente da impressora, como trocas de mídias e cartuchos, as impressoras também garantem maior integração com outros modelos HP Latex e maior capacidade de emulação de cores.

Entre os novos acessórios está um wiper-roller, que garante resultados de alta qualidade em mídias de baixo custo, e um ajuste automático de inclinação, para carregar rolos em um minuto ou menos. Além disso, os equipamentos contam com suporte a rolos de mídias com até 55kg e ferramenta de status para monitoramento em tempo real de produção.

HP Latex 1500

Desenvolvida com base na série HP Latex 3000, a HP Latex 1500 emprega cabeças térmicas de 1.200dpi, espectrofotômetro integrado, ferramenta de substituição automática de nozzles e sensor óptico de mídias.

O equipamento vem com uma pequena câmera para o registro preciso e automático das mídias durante a impressão, que pode ser realizada em velocidade de 74m²/h (modo produção) ou 45m²/h (modo com maior qualidade).

Outro novo recurso é o rolo que homogeniza superfícies de mídias para garantir melhor impressão em substratos de qualidade inferior, que podem causar problemas de imagem por não ter suficiente uniformidade.

A impressora também vem com cartuchos de 5 litros de tinta, dispositivo de controle de vapores gerados no processo de cura da tinta, servidor de impressão interno, ferramenta para monitoramento em tempo real e uma área de impressão com iluminação LED, para auxiliar o carregamento de mídias.

A HP ainda ressalta melhorias como a implementação de dois rolos de transporte com 1,6m cada, talhadeiras em linha, kit de impressão automática de aplicações backlit de dupla face e um dispositivo que permite fazer acabamentos nas peças impressas enquanto o trabalho ainda está em andamento.

Fonte: Fespa



ITI apresenta nova impressora têxtil com 3,2m de largura

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 02/11/2016
ITI3200-TXK emprega cabeças de impressão Kyocera KJ4B

ITI3200-TXK emprega cabeças de impressão Kyocera KJ4B

A ITI (Inkjet Technology Inc), fabricante norte-americana de equipamentos inkjet, anunciou no mercado internacional a ITI3200-TXK, impressora têxtil com 3,2m de largura que emprega duas ou quatro cabeças Kyocera KJ4B.

As cabeças são aptas a trabalhar com uma tinta especialmente desenvolvida para a produção em tecnologia Dual Production (Produção Dupla), que possibilita tanto a impressão direta em tecidos quanto a impressão em papéis sublimáticos.

A ITI3200-TXK incorpora sistema avançado de manuseio de mídia na parte traseira, para acomodar papéis transfer ou tecidos. Além disso, um aquecedor interno opcional está disponível para aplicações de impressão direta.

A impressora também vem com um sistema de vácuo interno para fixar o papel transfer e evitar que ele enrugue. Outro diferencial é a calha de coleta de tinta, para lidar com impressão direta em tecidos de poliéster ou malhas.

Paul McGovern, gerente geral da ITI, declarou: “No mercado de impressoras têxteis de 3,2m, a ITI está fabricando equipamentos com produção dupla para empresas que exigem um fluxo de trabalho confiável e de alta capacidade. Essas impressoras da ITI são indicadas para estampar banners, papéis transfer e tecidos para decoração”.

Fonte: ITI



Aplicação de vinil adesivo: a seco ou úmida

Por Eduardo Yamashita em 27/06/2015

Conheça prós e contras de cada um dos métodos de aplicação

Conheça prós e contras de cada método

Na hora de adesivar vinis, em uma parede ou ao fazer o envelopamento de carros, os profissionais de instalação e aplicação deparam-se com uma dúvida elementar: usar método úmido ou a seco?

A diferença entre eles é a presença (ou não) de água, elemento cujo objetivo é criar uma "película" entre o adesivo (cola) e a superfície. A água diminui a aderência (tack) inicial do adesivo. Isso facilita a aplicação, pois o adesivo fica com menos área de contato com a superfície.

Na aplicação úmida, é possível reposicionar o vinil até que o aplicador encontre a posição correta da película. No método a seco, como a aderência é total, não é possível fazer o reposicionamento do vinil.

Cada método tem prós e contras, resumidos a seguir:

  Vantagens    Desvantagens
Aplicação úmida
- Baixa adesão do adesivo (cola) à superfície;
- Reposicionamento total do vinil;
- Facilidade nos encaixes entre vinis.
- Adesão inicial mais demorada;
- Elevado tempo de instalação (em função da secagem da água);
- Necessário ambiente adequado para trabalhos com água;
- Limitado a superfícies planas ou curvas simples.
Aplicação a seco
- Não precisa de tempo adicional antes do acabamento;
- Poder ser usado em qualquer superfície.
- Necessário uso de fitas de posicionamento da imagem;
- Alta aderência do adesivo (cola) à superfície;
- Difícil reposionamento.

 

A seco ou úmida

Uma pergunta bastante frequente é: Qual método devo utilizar? Para obter a resposta, você vai precisar saber o tipo de superfície sobre a qual será aplicado o vinil adesivo.

O método a seco é indicado para qualquer tipo de superfície. Já o úmido é indicado apenas para superfícies planas ou com curvaturas simples.

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A diferença entre ambas é a aplicação de água

A pergunta seguinte é: Por quê? Porque, ao aplicar o método úmido em superfícies complexas (com curvaturas compostas e baixos relevos), não é possível remover toda a água utilizada no processo. Ou seja, o trabalho deixa resíduos entre o adesivo e a superfície, formando microbolhas de água — imperceptíveis após a aplicação.

Quando o vinil aplicado é submetido ao calor (do sol), as microbolhas levantam o vinil, que resseca com o tempo e acaba rompendo-se, causando estragos irrecuperáveis à imagem. Portanto, ao facilitar a aplicação, corre-se o risco de prejudicar todo o trabalho.

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Texto originalmente publicado com exclusividade no InfoSign, no dia 27 de junho de 2013. Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis, envelopamentos de carro e comunicação visual.