Hexis lança vinil adesivo HX190WG2

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 02/12/2013

HX190WG2 é vinil adesivo da Hexis para envelopamento de carro

HX190WG2: vinil adesivo da Hexis para envelopamento de carro

A Hexis, fabricante de películas adesivas, lançou o HX190WG2, vinil cast com estrutura composta por camadas. Segundo a empresa, o filme evita a interferência da tinta impressa nas propriedades de adesivação e manuseio da mídia.

Por ser cast, o HX190WG2 é adequado para curvas complexas (em envelopamento de veículos) e adere a superfícies de aço, alumínio, PVC, entre outros materiais. Além disso, possui adesivo com microestruturas (tecnologia Hex’Press) que facilitam o reposicionamento do material durante a aplicação.

O vinil é compatível com uma ampla gama de impressoras digitais, incluindo as máquinas que empregam tinta com solvente pesado.

A Hexis também disponibiliza o PC190G2, filme para ser laminado a frio no HX190WG2.

Fonte: Image Report



Epson apresenta papel transfer UltraPrint 90 para sublimação

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 17/02/2014

A Epson Brasil apresentou o papel transfer UltraPrint 90, que possui resina especialmente desenvolvida para receber a Epson UltraPrint DS, tinta sublimática original da empresa.

Criado para trabalhar em conjunto com as soluções da fabricante japonesa, o UltraPrint 90 influi diretamente na impressão e no consumo de tinta. Evelin Wanke, especialista de produtos Epson, declarou: "É possível notar a melhor relação custo-benefício do UltraPrint 90 quando comparado a outras soluções do mercado, como papéis offset e monolúcido de outras marcas".

Papéis transfer originais poupam tinta e aumentam a qualidade de impressão

Papéis transfer originais poupam tinta e aumentam a qualidade de impressão

A importância de utilizar o papel transfer correto

O papel transfer interfere em todo o processo de sublimação. Atualmente, há muitas ofertas no mercado, e grande parte das empresas, especialmente as menos experientes, escolhe o papel em função do preço (custo do metro quadrado). Todavia, essa não é a forma correta de adquirir o material.

Considere que, para cada mililitro de tinta absorvido e não transferido, deve ser acrescentado de R$0,20 a R$0,35 ao custo final do metro quadrado impresso.

Para conhecer o desempenho do material, a recomendação é realizar testes para avaliar a quantidade de tinta que o papel absorve. Evelin Wanke, especialista de produtos Epson, ressalta: "Ao utilizar um papel que custa R$0,60/m2 e absorve 4ml de tinta, haverá desperdício de R$0,80 a R$1,40 de tinta por metro quadrado".

Testes e custos

Para mostrar a economia de tinta gerada ao utilizar o papel UltraPrint 90, a Epson realizou testes comparativos.

Na primeira etapa do procedimento, foi impressa uma imagem em um papel monolúcido que custa R$0,70/m². Para obter o resultado de impressão desejado, o papel utilizou 8ml de tinta (R$2,64). O custo total dessa produção, considerando tinta e papel, foi de R$3,34/m2.

O outro teste foi realizado com papel UltraPrint 90, que custa R$1,10/m². Para a impressão da mesma imagem da etapa anterior, foram gastos 4ml de tinta (R$1,32). O custo total, considerando tinta e papel, foi de R$2,42/m2.

No teste, o papel monolúcido apresentou um custo de impressão 38% maior do que a solução da Epson.

Além do papel UltraPrint 90, a fabricante oferece o programa de fidelidade Epson Rewards. A cada rolo de papel transfer utilizado, o cliente acumula pontos. Depois de um ano, pode-se trocá-los por garantia estendida ou descontos em novos equipamentos.

Tipos de papéis usados na transferência térmica

Confira abaixo uma relação dos materiais mais utilizados no mercado de impressão por sublimação:

Sulfite ou offset: não foi desenvolvido para a transferência de tinta sublimática. As empresas utilizam-no por ser uma opção barata. Porém, ele absorve volume muito grande de tinta. Isso aumenta o custo final de impressão, pois é alta a quantidade desperdiçada do insumo.

Monolúcido ou calandrado: muito utilizado no processo de sublimação. Possui superfície menos porosa que o offset. Em função da calandragem, o papel torna-se mais liso, o que diminui a absorção de tinta e aumenta a transferência do insumo para o substrato a ser sublimado. O desperdício de tinta nesse tipo de papel é grande, pois ele não possui uma cobertura para bloquear a absorção de tinta.

Papel tratado: possui tratamento para evitar a absorção de tinta. Ele contém uma resina adequada para o processo de sublimação. O papel tratado é mais caro, porém, utiliza quantidade menor de tinta. Na maioria das vezes, diminui o custo final do metro quadrado impresso.

Fonte: Epson



AEG entra para o mercado de grandes formatos com impressora Voyager Pro

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 13/05/2014

Voyager Pro estreou na feira Sign & Digital 2014, realizada no Reino Unido

Voyager Pro estreou na feira Sign & Digital 2014, realizada no Reino Unido

A AEG, fornecedora alemã de tecnologia, lançou no mercado europeu a Voyager Pro, impressora UV de grande formato que emprega tinta metálica.

Com sistema de alimentação híbrido de substratos, o equipamento é indicado para birôs de sinalização e gráficas que elaboram protótipos e impressos com cores especiais.

Segundo a empresa, a paleta CMYK pode ser aumentada com a adição de tintas light cyan e light magenta, além de opcionais como branco e metálico. A fabricante frisa que também é possível integrar cores como laranja, verde, violeta e vermelho.

Disponível em duas larguras de impressão (2m e 3,2m), a impressora trabalha com mídias rígidas de até 5cm de espessura, na velocidade máxima de 70m2/h. Além disso, o equipamento emprega cabeças Xaar 1002, que disparam gotas com volumes variáveis (de até 18 picolitros).

Keith Pratt, diretor da Atlantic Tech Services, revendedora da AEG, declarou: "A impressora UV da AEG oferece muita versatilidade em função das opções de tinta. É uma máquina interessante tanto para quem está começando no mercado quanto para quem quer aumentar seu parque gráfico com uma impressora que emprega cores especiais".

Fonte: Large Format Review