Graphics One lança sistema que converte impressão ecossolvente em UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 12/08/2013

Lampbar promete transformar uma impressora ecossolvente numa UV

Lampbar promete transformar uma impressora ecossolvente numa UV

A Graphics One (GO) anunciou o lançamento, no mercado internacional, de um sistema capaz de transformar uma impressora ecossolvente numa UV. Para tanto, é necessário acoplar uma espécie de barra (a Lampbar) na parte frontal da máquina.

Segundo a GO, a instalação do sistema é fácil. Além disso, ele possui uma lâmpada que consome pouca energia e dura até 10 mil horas. Já a tinta UV oferecida pela empresa tem alta adesão e resistência a riscos.

"Para a instalação do sistema, o usuário não precisa realizar grandes mudanças no hardware. Temos certeza de que nossos clientes vão adorar esta nova tecnologia", comentou Kerby Bonilla, responsável pelo suporte técnico e desenvolvimento de produtos da Graphics One.

Fonte: My Print Resource



Gênesis lança papéis resinados para impressão sublimática digital

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/09/2016
Mídias melhoram o desempenho do processo sublimático digital

Mídias melhoram o desempenho do processo sublimático digital

A Gênesis, fabricante de tintas digitais, anunciou o lançamento de uma série de papéis resinados (tratados) para impressão digital sublimática e transferência térmica (transfer) em substratos de poliéster, cerâmica (resinada), borracha EVA (resinada), entre outras mídias.

Indicados para produção de fotoprodutos e brindes personalizados, os papéis, segundo a fornecedora, oferecem os seguintes benefícios: excelente performance, economia de até 30% de tinta em relação ao papel comum, estabilidade na prensagem, secagem rápida, cores vibrantes e alta definição de impressão.

Ainda de acordo com a empresa, os papéis são resinados na parte da frente e possuem um bloqueador no verso, o que confere maior estabilidade durante a prensagem. Confira os tipos, gramaturas e formatos dos papéis:

- DS.0020 – papel sublimático resinado de 75g: bobina (rolo) 0,610 x 100m;

- DS.0021 – papel sublimático resinado de 75g: bobina (rolo) 1,100 x 100m;

- DS.0022 – papel sublimático resinado de 75g: bobina (rolo) 1,600 x 100m;

- DS.0025 – papel sublimático resinado de 90g: pacote com 500 folhas A4 (210 x 297mm);

- DS.0026 – papel sublimático resinado 90g: pacote com 500 folhas A3 (297 x 420mm).

Fonte: Gênesis



Tecidos usados na impressão por sublimação

Por João Leodonio em 03/04/2018
Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

As facilidades de importação e as ofertas da indústria brasileira têxtil impulsionam, atualmente, o mercado de tecidos sintéticos. São materiais que podem receber estampas sublimadas e, embora, haja grande disponibilidade deles, nem todos são recomendados para a impressão por sublimação. Portanto, este artigo ajuda você a reconhecer os principais produtos e classificá-los de acordo com suas composições e aplicações.

Tecidos PP (100% poliéster e diversas gramaturas)

Conheça os materiais têxtil totalmente compostos por poliéster:

- Flamê: malha mais leve que aparenta ter certa transparência. Bastante utilizada para camisetas.

- Devorê: malha mais leve que, devido ao processo de desgaste que sofre em sua produção, tem algumas partes mais fechadas e outras mais abertas, o que confere efeito diferenciado quando sublimada. Muito utilizada para camisetas.

- Crepe: trata-se de um tecido mais nobre e que confere acabamento superior. É muito utilizado para roupas femininas com toque diferenciado. Há variações de Crepe, porém uma característica marcante em todos elas é o alto grau de encolhimento.

- Oxford: mais barato, serve para a confecção de painéis de aniversário e comunicação visual em geral, pois é bem resistente e aceita muito bem a sublimação.

- Tactel: muito utilizado para bermudas e almofadas. Tem um toque menos nobre e apresenta encolhimento quando sublimado.

Mais leve, flamê é bastante utilizada em camisetas

Poliéster com Elastano

Trata-se de uma composição muito utilizada para a composição de peças de vestuário que precisam de um caimento mais colado ao corpo ou para exposição ao calor com menor grau de aquecimento. Conheça os tipos:

- Suéde, Neoprene e Suplex: muito utilizados para calças legging e bodys, pois não apresentam transparência e dão muita mobilidade às peças de vestuário.

- Dry Fit: classificado como malha fria, pois não esquenta muito. É bastante utilizado em materiais esportivos, como camisas de futebol e roupas para academia e pesca. Existem variações de qualidade e gramatura, como o Tecno Dry. Outros tipos são: Helanca, Helanca Light, Helanquinha e Cacharrel, que apresentam características próximas ao Dry fit.

- Chiffon: caracteriza-se por conferir transferência às peças de vestuário, além de ser muito utilizado em painéis de aniversário e comunicação visual.

- Cetim: muito utilizado em peças que precisam de um toque de ceda. Também é utilizado em forros de vestidos e ternos.

Há variações de Dry Fit que também podem ser estampadas com sublimação

PA (Poliéster com Algodão)

Há várias composições, como 50% P/50% A e 70% P/30% A. A principal característica do PA depois de sublimado é não ter 100% de nitidez, pois apenas os fios de poliéster serão estampados. Isso altera a característica de toque, tornando-o mais “pesado”.

PV (Poli Viscose ou Poliéster com Viscose)

Existem alguns percentuais diferentes para cada tipo de fio. Para esses casos, recomenda-se ter muito cuidado e realizar testes antes de sublimar toda aa produção, pois a viscose pode apresentar manchas ao lavar.

Tecidos sublimados também podem ser usados para compor quadros e peças de comunicação visual

Recomendações gerais

Quanto ao processo, recomenda-se testar sempre os tipos diferentes de tecidos antes de efetuar o corte. É necessário analisar a estrutura dos tecidos quanto ao grau de encolhimento. Por exemplo, a sublimação no crepe deve ser aplicada com tempo e temperatura inferiores aos utilizados em outros tecidos.

Ao estampar PA e PV, recomenda-se, após o teste de sublimação, submeter o tecido a uma lavagem para verificar o resultado de cor e manchas.

No caso dos tecidos que sofrem encolhimento ao serem expostos à temperatura (principalmente os materiais com elastano), após definido o percentual de encolhimento nos testes, recomenda-se executar o pré-encolhimento por até oito segundo e com a temperatura do serviço. Depois de encolhido, realize a transferência sublimática.

Alguns tecidos podem ter elastano (ou não). Para ter a certeza da composição, recomenda-se pedir para ver a etiqueta do fabricante no ato da compra dos materiais.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático