Fábrica europeia da Epson recebe certificado ambiental

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 27/12/2012

Única fábrica europeia da Epson, a Telford, além de manufaturar cartuchos de tinta para todo o continente, também é exemplo de sustentabilidade. A planta, localizada na região de Shropshire (Reino Unido), estabeleceu uma política de reciclagem de resíduos que acabou de receber um certificado ambiental.

O prêmio, que foi criado pela Valpak, empresa do Reino Unido líder em gestão de resíduos, visa identificar as organizações que demonstram compromisso com o meio ambiente.

Intitulado "Zero Waste to Landfill", o certificado mostra aos consumidores quais empresas não enviam seus resíduos para aterros, evitando a contaminação do solo. A Epson conseguiu o selo depois de anos de aconselhamento dos especialistas da empresa de gestão ambiental.

Fábrica Epson

Fábrica europeia da Epson recebe certificado ambiental

Ao longo de 2012, auditores da Valpak acompanharam de perto todos os processos produtivos da Epson, constatando que seus métodos de reciclagem são realmente eficazes. Seus padrões são exigentes:

  • Nenhum resíduo pode ser destinado a aterros;
  • Apenas 5% do material pode ser incinerado;
  • O restante do refugo (95%) deve ser reciclado e novamente comercializado.

A Epson foi a primeira empresa do Reino Unido a receber o prêmio, transformando-se em benchmark para outras companhias.

Benefícios da certificação:

  • Demonstra compromisso com o meio ambiente;
  • Ajuda a eliminar resíduos no aterro;
  • Otimiza a reciclagem e recuperação de materiais;
  • Aumenta o reconhecimento de responsabilidade corporativa e social;
  • Aumenta as oportunidades de negócios de clientes com consciência ambiental.

Fonte: Epson. Texto: Infosign



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.

 



Mactac lança série de vinis cromo para envelopamento de carros

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/03/2017
Dez opções de cores fazem parte da linha TF 900 FlexChrome BF

Dez opções de cores fazem parte da linha TF 900 FlexChrome BF

A Mactac, fabricante de películas para comunicação visual, anunciou no mercado internacional a TF 900 FlexChrome BF, linha de vinis adesivos cromo para envelopamento de carros. Disponível em dez cores, as películas apresentam acabamento fosco e provocam efeitos visuais diferenciados, descritos como “where liquid meets metal” (onde o líquido encontra o metal).

A TF 900 FlexChrome BF será exposta durante a Fespa 2017, feira internacional que ocorre entre os dias 8 e 12 de maio, na Alemanha. No evento, a empresa também promete mostrar vinis com propriedades de “autocura”. São películas que, ao receber calor de uma fonte como água quente, podem regenerar e eliminar pequenos arranhões.

Martine Bouvet, gerente da Mactac Europe, declarou: “Estes vinis ‘autocura’ e os novos filmes cromados oferecem aos aplicadores novas e excitantes soluções para envelopamento de veículos”.

Fonte: Mactac