Esko inaugura centro de treinamento no Brasil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/04/2017
Esko Learning Academy é novo centro de treinamento da fabricante no país

Esko Learning Academy é novo centro de treinamento da fabricante no país

A filial brasileira da Esko, fabricante de softwares e equipamentos, inaugurou em São Paulo o Esko Learning Academy, centro de treinamento para disseminação de informação e melhores práticas em processos de impressão e acabamento.

Os treinamentos da instalação abrangem diversas soluções Esko, como o ArtiosCAD (para desenvolvimento estrutural de embalagens), Automation Engine (automação de fluxos de trabalho) e PackProof (calibração de cores).

Os treinamentos estarão disponíveis para todos os clientes Esko, com ou sem contrato. Há ainda a possibilidade de se fazer treinamentos na planta do cliente ou em fornecedores.

De janeiro a de março, 20 profissionais já foram treinados na Esko Learning Academy, e trata-se do terceiro centro de treinamento da Esko no mundo. Os demais estão na Bélgica e nos Estados Unidos.

Luiz Furlan, gerente de Customer Service da Esko na América Latina, declarou: ‘“Entendemos que hoje uma das principais dificuldades dos clientes é a utilização plena de toda a capacidade dos produtos Esko. Também há uma necessidade contínua de formar novos colaboradores, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros. Assim, esse processo de formação, via treinamento da Esko, ajudará a estabelecer no mercado um novo padrão de soluções e recursos que impactarão positivamente nos clientes”.

Fonte: Esko



Impressão inkjet de pontos variáveis: vantagens, desafios e desvantagens

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/06/2014

Atualmente, muitas impressoras digitais empregam tecnologia de pontos variáveis (greyscale). O que isso significa? Quais são as vantagens e desvantagens dela?

As primeiras impressoras inkjet usavam cabeças de impressão binárias, que produziam pontos de tamanhos fixos. Pequenos pontos produzem boa definição de imagem, alta resolução e são bons para textos. Pontos grandes podem cobrir áreas maiores e são bons para cobrir grandes áreas chapadas.

Mas estamos vendo um aumento no uso de cabeças de pontos variáveis, que podem produzir diferentes tamanhos de pontos.

Na tecnologia greyscale, a cabeça de impressão consegue formar pontos de tamanhos variáveis

Na tecnologia greyscale, a cabeça de impressão consegue formar pontos de tamanhos variáveis

Há diferentes abordagens. Algumas cabeças disparam volumes variados de tinta para produzir pontos variados, ao passo que outras cabeças ejetam a mesma quantidade de tinta, mas variam a frequência com a qual a tinta é disparada.

Todos os fornecedores concordam que o problema que mais afeta a qualidade de impressão é a precisão na colocação dos pontos no substrato, algo que fica mais complexo quando várias gotas pousam num mesmo local.

Há vários desafios, incluindo a movimentação do sistema de impressão, que cria turbulência e pode desconfigurar o correto disparo da gota. É melhor quando a cabeça está mais próxima da mídia, porque isso reduz a distância de voo (entre a cabeça e o substrato), mas aumenta o perigo de a mídia golpear a cabeça, o que causa problemas técnicos na peça.

A tecnologia binária compõe pontos de tamanho único (fixo)

A tecnologia binária compõe pontos de tamanho único (fixo)

Além disso, o substrato pode não estar perfeitamente plano, especialmente se for flexível, dificultando o processo de impressão. Por esse motivo, os fornecedores de impressoras planas (flatbed) fazem um grande esforço para manter o nivelamento da mesa.

Abordagens práticas

A Océ, que hoje faz parte da Canon, tem usado cabeças Toshiba Tec com tecnologia de pontos variáveis nas impressoras Arizona. Fred Robinson, gerente de projetos das máquinas Océ Arizona, explica: "Fizemos um estudo que levou dois anos. Nele enfatizamos a qualidade e a confiabilidade da tecnologia de impressão. Baseados nesses fatores, decidimos usar os sistema de múltiplas gotas. Na época, fomos um dos primeiros a empregar essa tecnologia no mercado. E achamos que ela ainda é a melhor".

As impressoras Arizona produzem sete diferentes volumes de gotas, de 6 a 42 picolitros. Para ter uma ideia, 6 picolitros equivalem a um terço do tamanho do cabelo humano. Gotas menores são ejetadas e combinam-se no ar (durante o voo) para formar gotas maiores e, consequentemente, pontos maiores.

Kevin MacArthur, engenheiro de sistemas da  Canon Océ, completa: "O ponto menor permite obter a nitidez que precisamos. Isso permite a obtenção de imagens com detalhes nítidos e áreas com cores suaves. Os outros tamanhos de gota preenchem outros espaços maiores".

Océ Arizona emprega tecnologia de pontos variáveis

Océ Arizona emprega tecnologia de pontos variáveis

A HP desenvolveu o sistema HDR (High Dynamic Range) para ser usado nas impressoras Scitex FB 10000. As cabeças HDR300 disparam gotas fixas de 15 picolitros e podem criar múltiplos volumes de gotas ejetando rapidamente várias gotas sucessivamente. As gotas se mesclam durante o voo para formar uma única gota maior.

Assim, a impressora da HP pode criar gotas com volumes de tinta de 15, 30 e 45 picolitros. Cada uma das cabeças HDR300 tem 192 nozzles, com 150 nozzles por polegada. A cabeça usa 12ml de tinta por minuto e pode disparar 24 mil gotas por segundo.

HP Scitex FB 10000 é outro exemplo de impressora que usa a tecnologia greyscale

HP Scitex FB 10000 é outro exemplo de impressora que usa a tecnologia greyscale

A Durst desenvolveu a Variodrop. Trata-se de uma solução multipulso que combina duas voltagens de pulso, sendo que o segundo aumenta o tamanho da gota na hora que se desprende da placa do nozzle, para que caia como uma única gota sobre o substrato. Assim, a impressora Durst Rho P10 produz gotas de 10 picolitros, mas com o multipulso, ela pode aumentar a gota para 15 picolitros.

Conclusão

A impressão de pontos variáveis tem inúmeras vantagens. Ela mistura pontos grandes e pequenos e torna mais fácil a reprodução de gradientes e mudanças de tons. Também pode reduzir o consumo de tinta, porque alguns pontos são bem pequenos e porque ela dispensa o uso de cores adicionais.

Mas a complexidade de combinar várias gotas para formular um único ponto pode diminuir a velocidade da impressora e demandar cabeças de impressão mais caras. Alguns fornecedores acreditam que gotas de tamanho fixo (de 10 a 14 picolitros) são suficientes, e que podem entregar uma boa resolução, desde que sejam dadas múltiplas passadas.

Por ora, em função do equilíbrio entre custo e desempenho, as máquinas menores tem empregado a tecnologia de pontos variáveis para obter maior qualidade de imagem, ao passo que as impressoras maiores, no geral, trabalham com mais velocidade e tecnologia de pontos fixos. E temos visto que novas cabeças com tecnologia de pontos variáveis, como a Epson Precision Core, que são mais robustas.

É também importante notar que fabricantes estão adotando a tecnologia de única passada em impressoras de documentação e rótulos.

Fonte: Fespa



HP leva soluções látex para a Fespa Brasil 2019

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 21/03/2019
Lançada há 10 anos, tecnologia látex está consolidada

Lançada há 10 anos, tecnologia látex está consolidada

A HP participa da Fespa Brasil 2019, feira que ocorre entre os dias 20 e 23 de março. No estande da empresa estão destaques da série de impressoras látex, como os modelos 115, 335, 365 e 570.

Como parte da programação do evento, Thiago Fabbrini, especialista em aplicações para a área de grandes formatos da HP Brasil, ministra uma palestra no dia 22 de março, às 17h20, com enfoque na inovação na impressão digital de grandes formatos.

Em 2019, a tecnologia HP Látex completa 10 anos e está consolidada, tanto no mercado mundial como no Brasil. Ao longo da década, a tecnologia evoluiu por meio do aperfeiçoamento das tintas e impressoras.

Renato Barbieri, diretor de artes gráficas da HP Brasil, declarou: “A HP Látex é uma tecnologia versátil, com a maior quantidade de certificações ecológicas do mercado de comunicação visual e decoração, desenvolvida com preocupação ambiental. As tintas são à base d’água e suas impressões não têm cheiro nem poluentes nocivos à saúde, entre outros benefícios”.

Fonte: HP Brasil