Elitron lançará máquinas de corte na Fespa 2018

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 19/04/2018
Equipamentos são indicados para automatizar o acabamento de peças de sinalização

Equipamentos são indicados para automatizar o acabamento de peças de sinalização

A Elitron, fabricante europeia de sistemas CAM e CAD, estará presente na Fespa 2018, feira internacional que ocorre entre os dias 15 e 18 de maio, em Berlim, Alemanha. Durante o evento, a empresa apresentará novas soluções de corte digital para acabamento de grandes formatos e peças de comunicação visual.

Entre as novidades da Elitron na Fespa 2018 estará o Kombo TH, máquina que emprega um feixe duplo independente e roda com o software Twin Cut, capaz de atribuir a cada cabeça de corte um trabalho específico. Esse recurso simplifica as operações de longas produções e torna as pequenas tiragens mais fáceis de serem gerenciadas.

Outro destaque da empesa na Fespa 2018 será a Kombo SDC + 3.2, solução de corte digital com área de trabalho de 3m de largura. Indicada para acabamento de mídias rígidas ou materiais em rolos, a máquina pode ser equipada com até cinco ferramentas, como lâmina vibratória, vinco, lâmina de corte para vinis, lâmina de corte em V, lâmina circular para materiais fibrosos, entre outras.

A Elitron comercializa soluções que incluem a Seeker System, tecnologia patenteada de detecção automática de imagens impressas. Esse recurso agiliza o carregamento de mídias e reduz a intervenção dos operadores.

Kombo SD - Video Ufficiale from Elitron on Vimeo.

Fonte: Elitron



Gandy lança impressora SL8TE

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/05/2014

Impressora SL8TE é apresentada na Fespa 2014

SL8TE é a impressora mais acessível da Gandy

A Gandy, fabricante de impressoras digitais, lançou no mercado internacional o SL8TE, equipamento UV híbrido de entrada. A máquina emprega cabeças Ricoh Gen 4 (de seis picolitros) e é ideal para impressão de mídias rígidas ou flexíveis, para PDV, displays e vinis adesivos.

Disponível em várias larguras de impressão (1,6m, 2,2m, 2,6m ou 3,2m), a SL8TE emprega quatro ou seis cores, além de branco e verniz (para acabamento).

A mesa de impressão suporta mídias rígidas com área máxima de 1,6m x 2,6m ou 2,6m x 3m (dependendo do modelo) e possui pinos de registro e zonas de vácuo. Além disso, fixa materiais irregulares e apresenta sopradores para a remoção do substrato da máquina.

Segundo a empresa, um dos destaques SL8TE é o novo Crash Sensor, dispositivo que elimina a possibilidade de colisão entre a cabeça de impressão e o substrato, o que pode gerar uma economia de 10 mil a 15 mil euros por ano.

Fonte: Large Format Review



Como resolver problemas na sublimação – Parte 1: Pré-impressão

Por João Leodonio em 08/11/2017
Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas na pré-impressão sublimática

Saiba o que fazer para evitar e corrigir falhas na pré-impressão sublimática

Às vezes, eles parecem insolúveis e onerosos. Porém, quando analisados friamente, podem ser solucionados com simples correções de processo. Estamos nos referindo aos problemas mais recorrentes na sublimação (sobretudo, na de pequenos formatos). Divido em três partes (pré-impressão, impressão e prensagem), este artigo lista as falhas mais recorrentes na produção de materiais estampados com a tecnologia sublimática. Mais importante: mostramos o que fazer para resolver e evitar tais problemas.Confira:

Problema: falhas encontradas na recepção de arquivos (baixa resolução, sem fonte, desenvolvido em Word ou craquelado)

Arquivos abertos ou em baixa resolução podem gerar problemas, como falta de definição, craquelado (ao ampliar) e perda de fontes ou imagens no fechamento.

Recomendação: recepcionar apenas arquivos em alta resolução. A sugestão é que as imagens estejam em arquivos fechados com, no mínimo, 300dpi. Assim, evita-se que, durante o fechamento no RIP, as imagens sejam alteradas ou perdidas.

Observe a diferença de qualidade entre os arquivos: na foto, um está com 70dpi (em baixa) e outro está com 300dpi (em alta)

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Problema: dificuldade em obter o resultado de cor esperado (perfil de cor)

É comum utilizar um único perfil para todos os serviços. Também é recorrente a falta de conhecimento na aplicação dos perfis. Ambos os casos geram inúmeros problemas na reprodução de cores, o que causa perda de tempo, materiais e dinheiro.

Recomendação: cada tipo de arquivo (reticulado, chapado) deve ter um perfil de cor, para garantir estabilidade, repetibilidade e economia no consumo de tinta, papel e tempo, sem comprometer a qualidade dos impressos.

É recorrente o problema de diferença entre as cores da prova e da impressão sublimática. Veja como evitar essa falha

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Problema: prova de cor (impressão digital) não bate com a reprodução final

Há provas feitas em dispositivos e tecidos diferentes da impressora e da mídia da produção. Também existem provas produzidas sem respeitar padrões de tempo e temperatura na prensagem.

Recomendação: a prova de cor deve ser impressa diretamente da máquina que imprimirá o serviço. Além disso, deve ser prensada no tecido e nas condições de tempo e temperatura que o cliente utilizará. Assim, evita-se a diferença de cor entre prova e produção. Recomenda-se não realizar alterações na arte depois dela ter sido aprovada. Se isso ocorrer, é necessário providenciar uma nova aprovação.

Use um perfil de cor para cada tipo de imagem, para evitar problemas na reprodução das imagens

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Problema: prova de cor (impressão offset) não bate com a reprodução final

A prova produzida na plotter da pré-impressão não bate com a cor impressa em offset. A empresa não faz calibração das impressoras (offset e digital). A falta de calibração gera atrasos e perdas de tinta e papel.

Recomendação: a prova de cor deve ser impressa em plotter com o perfil de cor equalizado com a impressora offset. Trata-se de um serviço feito por profissionais especializados, que utilizam um test form (ferramenta para verificação das condições da impressora) na impressora offset. Com o resultado obtido, é gerado um perfil de cores para a plotter. É possível, também, prensar no mesmo tecido da produção. Isso é chamado de “aprovação em máquina”, na qual o cliente aprova as folhas da impressão offset prensados no tecido usado na produção. Porém, esse processo é pouco empregado, devido ao alto custo de hora/máquina e chapas.

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Problema: arte aprovada por celular ou computador não calibrado (e ela não bate com a produção)

Fazer aprovação via fotos de celular ou imagem enviadas por qualquer meio eletrônico é um dos procedimentos que mais geram problemas de diferença de cores. As configurações das telas de celular e computador variam muito. Portanto, o que se vê na tela de quem envia é diferente do que se vê na tela de quem está recebendo. Pior: ao rodar o serviço, surge um terceiro resultado.

Recomendação: aprovação no tecido que será utilizado na produção. Também há a possibilidade de fazer a aprovação digital via imagem. Porém, os terminais da aprovação e de conferência na produção deverão estar devidamente calibrados.

 

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático