EFI vai expor impressoras digitais e softwares na Fespa 2013

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/01/2013

A H652 é uma das impressoras que serão apresentadas pela EFI

A H652 é uma das impressoras que serão apresentadas pela EFI

A EFI, fornecedora de soluções digitais, marca presença na primeira edição da Fespa brasileira. Entre os destaques da empresa está a EFI H652, impressora UV de entrada. Segundo a fabricante, o equipamento chega a imprimir na velocidade máxima de 42m²/h. Usa a paleta de cores CMYK (podendo adicionar a tinta branca) e pode trabalhar na resolução máxima de 1200 x 600dpi. Por ter sistema híbrido de alimentação de substratos, a EFI H652 roda tanto materiais rígidos quanto flexíveis (em bobinas de 1,65m de largura).

Esse equipamento poderá ser visto no estande da Alphaprint, que é distribuidora da marca EFI no Brasil.

Os visitantes também poderão conhecer a EFI Cretaprint, impressora especialmente desenvolvida para estampar cerâmicas, pisos e revestimentos. Mas não para por aí. A fornecedora vai apresentar outras soluções, como a integração do sistema de gestão EFI Metrics com o Fiery, servidor de impressão.

Os estandes onde você vai achar as soluções da EFI são o A04 e o F04, ambos localizados na Rua 1.

A Fespa Brasil ocorre de 13 a 16 de março, das 13h às 20h (sábado, das 10h às 17h), no Expo Center Norte (Pavilhão Azul), em São Paulo (SP).

Fonte: EFI



Durst apresenta seus desenvolvimentos tecnológicos mais recentes

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 21/06/2018
Apresentações se deram na sede da empresa, em Brixen, Itália

Apresentações se deram na sede da empresa, em Brixen, Itália

A Durst, fabricante de impressoras digitais, realizou em maio o Durst Tech Days 2018, evento no qual foram apresentados novos sistemas inkjet rolo a rolo, softwares de fluxo de trabalho e impressoras com a tecnologia Durst Water Technology.

Entre os destaques do evento, esteve a Rhotex 325, indicada para impressão de soft signage (tecido). A máquina roda na velocidade de até 235m²/h (modo de produção) para aplicação direta em tecido. Algumas impressões em papel ou diretamente em tecido também podem ser executadas a 380m²/h.

A Durst também anunciou a tinta Rhotex Dye Sub TR, para impressão de transferência. Segundo a empresa, o insumo ofere alto desempenho de secagem e maior liberação de corante, o que reduz o consumo de tinta em aproximadamente 15%.

Na área de softwares, foi apresentado o Durst Analytics, aplicativo que executa análises de padrões operacionais das impressoras, para viabilizar manutenções preventivas mais eficazes por meio de monitoramento remoto de parâmetros de produção.

Da Durst Water Technology, anunciada há dois anos, foi apresentada impressora plana industrial Durst WT 250. Indicada para papelão ondulado, a máquina possibilita operar com carro de impressão único ou duplo com comprimento de mesa de até 2.100mm. O equipamento tem recursos automatizados para separação de mídia, registro, posicionamento e transporte. Além disso, vem com canais para 4 ou 6 cores (CMYK, light cyan e light magenta), imprime com gotas de 10 picolitros e oferece qualidade visual de 1.000dpi.

Fonte: Durst Brasil



Dicas para um envelopamento perfeito – Parte 2

Por Eduardo Yamashita em 17/09/2016
Segunda parte do artigo aborda os tópicos local de instalação, aplicação e pós-instalação, para executar um envelopamento profissional

Segunda parte do artigo aborda os tópicos local de instalação, aplicação e pós-instalação, para executar um envelopamento profissional

Na primeira parte deste artigo, foram abordados pontos importantes para um envelopamento profissional. Desta vez, falaremos sobre mais três requisitos essenciais para o serviço. São eles: local de instalação, aplicação e pós-instalação.

Local de instalação

Depois de criar o design correto, escolher o material adequado, obter uma grande impressão e preparar perfeitamente o veículo, é necessário cuidar do local onde será realizado o envelopamento. Onde será feita a instalação? Será interna ou ao ar livre? A instalação interna fica livre de poeira e tem a temperatura adequada para a instalação?

O envelopamento ao ar livre é um começo terrível. Não há nenhuma maneira de evitar que partículas de poeira caiam sobre a superfície do carro, e quando isso acontece, forma-se uma camada de sujeira que ficará sob o vinil. Um grande número de partículas de poeira poderá causar grandes rasgos no vinil, permitindo que a água penetre na imagem, o que leva o envelopamento ao fracasso.

É muito mais recomendado que o veículo seja adesivado dentro de um estabelecimento. Porém, a instalação interna deve ser livre de qualquer tipo de poeira e deve estar na temperatura correta.

A instalação de um vinil em alta temperatura fará com que ele estique em demasiado e falhe em longo prazo, apresentando altos índices de encolhimento. Já a instalação em temperaturas baixas fará com que o vinil fique mais rígido, o que exigirá muito do instalador durante a aplicação.

O local da instalação é extremamente importante para garantir que o resultado final do envelopamento seja excelente.

Prefira sempre realizar envelopamento em locais fechado e mais protegidos de sujeiras e outras interferências

Aplicação

Muita gente pensa que é fácil instalar vinis em veículos. Afinal, ele é simplesmente um adesivo gigante. Errado! Para que o instalador aprenda a maneira correta de envelopar carros, são dispendidos dinheiro, materiais e muitas horas.

Diferentes materiais se comportam de maneiras diversas e, portanto, o instalador deve ter uma vasta experiência com vários tipos de vinis. Muitos deles também desenvolvem suas próprias ferramentas para o trabalho.

Embora a instalação do vinil seja muito difícil, o corte final do acabamento é ainda mais desafiador. Pode-se ter o envelopamento perfeitamente instalado, mas se o material em excesso não for cortado e dobrado corretamente, o resultado final terá um acabamento falho. Refilar o vinil requer mãos firmes, paciência e técnica. Isso é o que diferencia um excelente instalador de um bom instalador. Executar um envelopamento que parece um trabalho de pintura é o que todos desejam.

Experiência com diversos tipos de vinis adesivos é pré-requisito para um bom instalador

Pós-instalação

A pós-instalação é a etapa mais negligenciada pelos instaladores. Trata-se de uma parte demorada e mais chata.

Nessa fase, o instalador deve passar soprador térmico por cima dos vinis aplicados nas áreas rebaixadas e curvas. Esse procedimento garante que o filme seja aquecido a certo grau, conforme exigido pelo fabricante (recomenda-se de 45ºC a 50ºC para vinis de cor sólida e de 85ºC a 90ºC para vinis impressos). Isso porque todos os envelopamentos usam vinis compostos por PVC. Este material permite que o vinil tenha memória. Isso quer dizer que quando ele for sobrecarregado e aquecido, vai voltar à sua forma original. No entanto, uma vez que o vinil é instalado, espera-se que ele não volte à sua forma original, pois isso significa que ele encolherá e puxará para trás o material.

A única maneira de sobrepujar a memória do PVC é garantir que as áreas esticadas ou sob pressão cheguem a essa temperatura específica. Isso garantirá que o vinil mantenha sua forma.

Enfim, digamos que todos os fatores acima foram atendidos e executados perfeitamente. O que acontece se ainda tivermos problemas com o envelopamento? Serviço ao cliente é o único recurso de que você pode depender, de modo que escolher uma empresa de envelopamento respeitável torna-se a parte mais importante do seu processo de decisão.

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual