Drytac lançará produtos na feira SGIA Expo 2018

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 01/10/2018
Uma das novidades será a ArmoryPrint Emerytex

Uma das novidades será a ArmoryPrint Emerytex

A Drytac, fabricante de substratos para sinalização, estará presente na SGIA Expo 2018, feira que ocorre entre os dias 18 e 20 de outubro, em Las Vegas (EUA). Para o evento, a empresa promete levar a nova ArmoryPrint Emerytex/ArmourGrab, mídia para piso indicada para lojas de varejo e restaurantes. Além de ter classificação da FDA (para contato com alimentos), o material oferece baixa taxa de escorregamento, garantindo uma aplicação segura em publicidade de PDV.

No estande da Drytac também estarão expostas a SpotOn Floor 200 (mídia vencedora do SGIA Awards) e as SpotOn Clear Gloss, SpotOn Clear Matte e SpotOn White Matte, para aplicações internas de curto prazo. Os produtos da linha SpotOn apresentam adesivo especial que facilita a saída de bolhas durante as instalações.

A Drytac também venceu na categoria “Laminados, Adesivos, Filmes e Revestimentos”, do SGIA Awards. O produto campeão foi o ReTac WipeErase, que também será exposto na feira, assim como o ReTac Smooth e o ReTac Textures, filmes adesivos de PVC que podem receber impressão e são indicados para revestimentos em parede e displays internos de grande escala.

Fonte: Drytac



Xaar apresenta nova cabeça Xaar 5601

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/06/2016
Cabeça Xaar 5601 vem com diversas tecnologias incorporadas

Cabeça Xaar 5601 vem com diversas tecnologias incorporadas

A fabricante Xaar anunciou a nova série Xaar 5601 de cabeças de impressão a jato de tinta. Trata-se de uma linha otimizada para trabalhar com tintas aquosas e outros fluidos de baixa viscosidade.

Indicado para impressão em tecidos, laminados, papelão e outras aplicações, o primogênito da linha, o modelo 5601 3p0, vem com a nova tecnologia Thin Film Silicon MEMs, que emprega 1.200 nozzles por polegada e dispara gotas de 3 picolitros.

Outra tecnologia da série Xaar 5601 é a AcuDrp. Ela realiza o ajuste dinâmico de subgotas para cada nozzle. Isso ajuda a uniformizar o volume das gotas e a variação de velocidade. Já a TF Technology garante a qualidade de impressão. A tinta flui diretamente para trás do nozzle. Isso significa que a temperatura é controlada, o que mantém a viscosidade e a uniformidade da tinta e das gotas.

A Xaar 5601 também vem com recursos Plug’n’Print, para tornar a instalação e substituição das cabeças mais rápidas e simples. Uma sobreposição especial dos nozzles, configurada por software, elimina a necessidade de alinhamentos mecânicos e torna o encaixe das cabeças perfeito. Além disso, a memória interna permite que a impressora baixe e configure automaticamente as definições operacionais.

Outro diferencial da Xaar 5601 é o perfil em Z, com o qual é possível encaixar várias cabeças de impressão e obter uma zona de impressão compacta, além de melhorar a deposição das gotas entre as cores.

Outra vantagem é o fato de a largura do dispositivo exigir um número menor de cabeças para compor uma barra. Assim, reduz-se o número de conexões elétricas e de fluidos.

A série Xaar 5601 também possui elementos de montagem integrados, o que permite que as cabeças sejam instaladas mais rapidamente.

Fonte: Xaar



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático