Drytac lança película para criação de quadros brancos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 10/11/2017
WipeErase Clear pode ser laminado sobre vários tipos de superfícies

WipeErase Clear pode ser laminado sobre vários tipos de superfícies

A Drytac, fabricante de mídias adesivas, anunciou no mercado internacional a disponibilidade da WipeErase Clear, película transparente de PET para laminação de quadros brancos e outros tipos de aplicações, como placas de menu e sinalização, paredes da salas de conferência e displays de varejo. O material também pode ser empregado em ambientes como quartos infantis, escolas, creches, hospitais, mercearias, restaurantes e pubs.

Com acabamento brilhante e 75μ de espessura, a mídia é compatível com impressão digital solvente, UV e látex.

O WipeErase Clear possui qualidade antigrafite e resistência a arranhões, abrasões, água, solventes e manchas, o que evita “efeitos fantasmas”, e até marcadores permanentes podem ser removidos de forma rápida com o uso de álcool.

Shaun Holdom, gerente de produto da Drytac, declarou: “O WipeErase Clear permite que os birôs transformem mídias em um quadro branco. Suas aplicações são quase infinitas, além de oferecer uma superfície durável e garantia de 10 anos. Em função de suas qualidades antigrafite, pode ser usada para proteger gráficos em áreas de alto tráfego”.

Fonte: Drytac



Razões para o crescimento da impressão de cura por radiação UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2018
Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

A Smithers Pira, consultoria internacional de inteligência de mercado, publicou recentemente o estudo "The Future of Radiation Curing Print Markets to 2022", que identificou os principais desenvolvimentos tecnológicos que impulsionam a expansão da impressão de cura por radiação.

De acordo com o documento, em 2017 foram produzidas aproximadamente 1,38 trilhão de impressões A4 (um valor de 63,4 bilhões de dólares) com tintas e vernizes de cura por radiação (UV e feixe de elétrons) - um mercado que está crescendo em torno de 2 a 3% ao ano.

Os usuários estão adotando a secagem instantânea para melhorar a eficiência produtiva e explorar as novas propriedades das tintas e revestimentos. A cura por radiação não só economiza tempo em função da secagem instantânea, mas também permite aumentar a eficiência do processo como um todo.

Enquanto os volumes de impressão em gráficos estão caindo 3% ao ano (entre 2012 e 2022), os segmentos de impressão de cura por radiação estão em expansão. O volume de cura por radiação aumentará 25% em volume e 33,6% em termos de valor durante este período. Leia sobre alguns dos principais apontamentos técnicos levantados pelo estudo:

Cura UV LED

A cura UV LED emprega diodos emissores de luz que emitem uma banda estreita de UV e fornece um pico de energia ultravioleta. Ela oferece uma saída com ampla distribuição em todo o espectro eletromagnético, inclusive luz visível e radiações infravermelhas.

A cura LED gasta menos energia do que os sistemas UV de lâmpada de mercúrio de baixa energia (tópico a seguir), além de desligar instantaneamente, o que reduz o tempo de inatividade necessário para que as lâmpadas atinjam plena eficiência. Também economizam energia por curar instantaneamente a tinta impressa. A desvantagem desta tecnologia é a disponibilidade limitada de tintas adequadas e o alto custo atualmente associado a elas. No entanto, a gama de tecnologias UV LED comercialmente disponíveis está crescendo.

As empresas que usam impressoras UV LED relatam um consumo de energia até 70% menor do que os sistemas UV convencionais. Outro benefício da UV LED é o brilho da cor em função do maior teor de pigmento nas tintas.

A UV LED está crescendo para além de aplicações de nicho. Atualmente, está sendo empregada também em segmentos de maior volume.

Cura UV de baixa energia

Os métodos de cura UV estão mudando. A maior parte da secagem ultravioleta em 2017 ainda foi realizada por meio de lâmpadas de vapor de mercúrio feitas de quartzo, que gastam tempo para aquecer e oferecem potenciais riscos à saúde dos operadores e ao meio ambiente.

Já a tecnologia de cura de baixa energia não tem as mesmas limitações. Trata-se de um sistema que emprega muito menos energia do que as lâmpadas tradicionais de vapor de mercúrio e emprega lâmpadas que não emitem os comprimentos de onda UV mais curtos que geram ozônio (o que obviamente elimina a necessidade de extração de ozônio). Além disso, elas produzem menos calor residual, portanto, exigem menos refrigeração, o que reduz ainda mais o consumo de energia. É uma tecnologia que atualmente ganha espaço na Europa e América do Norte. A cura de baixa energia tem sido instalada em impressoras que empregam duas lâmpadas.

Cura por feixe de elétrons

Esta tecnologia emprega um feixe de elétrons de alta potência para desencadear a reação de polimerização de radicais livres. Uma cortina de elétrons acelerados é emitida em direção à tinta depositada na superfície do substrato. A energia é absorvida pela película impressa e o processo de cura ocorre.

O benefício desta tecnologia é a penetração de elétrons no corpo do filme de tinta, em vez de apenas em sua superfície.

Há desenvolvimentos para ampliar o uso desta tecnologia, sobretudo em impressoras flexográficas e de rotogravura. A proporção dos dispositivos que usam feixe de elétrons na cura permanece baixa, apenas 5% em 2017, e a maioria na América do Norte.

Tintas e revestimento de baixa migração

Como a cura por radiação é amplamente utilizada em embalagens para alimentos, tabaco e produtos farmacêuticos, é importante que nenhum componente dela migre da impressão para o produto, o que pode causar efeitos organolépticos. Isto é particularmente importante na embalagem de tabaco, que é higroscópico.

Odor e mancha são problemas potenciais para as empresas que impressão de embalagens. Os fabricantes estão formulando tintas de baixa migração com componentes selecionados, o que garante que a migração do filme de tinta impresso fique dentro dos limites aceitos de migração.

Tintas híbridas

Vários fabricantes de tinta estão explorando novas formulações, para ampliar a gama de aplicações UV e tintas de cura por feixe de elétrons e melhorar desempenho dos insumos no processo de impressão.

Uma vantagem significativa das tintas híbridas é que elas não são classificadas como materiais perigosos. Isso significa que os fabricantes não precisam aplicar um rótulo de químico perigoso na embalagem e, portanto, podem ser transportar as tintas de modo mais barato, ao passo que a tinta UV pode receber a classificação de perigosa e não pode ser transportada em um recipiente com mais de 25 litros.

Fonte: Fespa



Kiian lançará tintas pigmentadas para impressão têxtil na ITMA 2015

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 01/11/2015
Kiian Digital lançará tintas pigmentadas para impressão têxtil

Kiian Digital lançará tintas pigmentadas para impressão têxtil

A Kiian, fabricante de insumos para impressão digital, estará presente na ITMA 2015, feira têxtil que ocorre entre os dias 12 e 19 de novembro, em Milão, Itália. A empresa promete lançar no evento a Digistar K-Choice, linha de tintas pigmentadas à base d’água para equipamentos de impressão direta em tecidos.

Indicadas para o mercado de moda e vendidas em diversas cores, as tintas Digistar K-Choice garantem a reprodução de uma ampla gama de tons. Segundo a empresa, os insumos podem prolongar a vida útil das cabeças de impressão e estão em conformidade com as normas e padrões de qualidade da indústria têxtil.

Marco Girola, especialista de marketing da Kiian Digital, declarou: “Juntas, as novas cabeças Kyocera e a tinta K-Choice oferecem alta produtividade e rápido retorno do investimento”.

Durante a ITMA, a Kiian também mostrará seu portfólio completo de tintas digitais, tanto para a impressão direta quanto para sublimação em tecidos, em equipamentos com cabeças Kyocera e Ricoh.

Fonte: Kiian