Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático 

 



Ampla participa da feira SGIA, nos EUA

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/09/2013

A Ampla, fabricante brasileira de impressoras digitais, vai expor na SGIA (Speciality Graphic Imaging Association), feira norte-americana que ocorre de 23 a 25 de outubro, em Orlando (Flórida). O estande da empresa terá equipamentos como Samba XT, Targa XT, Targa XT Aquatex e Targa UV (flatbed).

Recentemente, a Ampla afiliou-se à SGIA, associação internacional que promove a discussão e o desenvolvimento do ramo de comunicação visual, através de seminários e relacionamento entre fabricantes e usuários.

"Esta é uma ótima oportunidade para a Ampla expandir sua atuação para além das fronteiras do Brasil, principalmente no mercado latino-americano de grandes formatos. Depois de desenvolver e fabricar máquinas para o empresário brasileiro, agora queremos atender as necessidades do mercado externo", afirma Lie Tji Thjun, diretor geral da Ampla.

Impressoras sublimáticas, solvente e UV serão apresentadas pela Ampla na SGIA

Impressoras sublimáticas, solvente e UV serão apresentadas pela Ampla na SGIA

Fonte: Ampla



Drytac lança substrato para banners

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 23/02/2016
Ambos os lados da Scrimless Banner podem receber impressão digital

Ambos os lados da Scrimless Banner podem receber impressão digital

A Drytac, fabricante de mídias para comunicação visual, anunciou no mercado internacional a Scrimless Banner, mídia dupla face (PVC/PET) blockout para aplicações internas e externas.

Indicado para ambientes em que é necessária a sinalização profissional, o substrato é dimensionalmente estável e tem alta resistência a tração, o que mantém os banners firmes e retos, além de prevenir enrugamentos.

Compatível com impressão digital solvente, UV e látex, a mídia possui superfície branca brilhante que lida bem com a saturação de tintas. Além disso, ela pode ser impressa só na parte da frente ou em ambos os lados.

Darren Speizer, vice-presidente de vendas e marketing da Drytac, declarou: “A Scrimless Banner é uma excelente escolha para os varejistas que desejam que seus banners chamem a atenção do público. Com a mídia é possível obter peças vibrantes sem sacrificar a clareza das mensagens promocionais”.

O substrato está disponível em rolos com 63 polegadas largura.

Fonte: Drytac