Como personalizar capas de celular com foil e impressão digital

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 25/01/2017
Saiba, passo a passo, como personalizar sua capinha de celular

Saiba, passo a passo, como personalizar sua capinha de celular

Um dos maiores trunfos da impressão digital é a sua capacidade de reproduzir imagens personalizadas de qualidade em diversos materiais e produtos. No passo a passo a seguir, você poderá acompanhar como isso é possível. Mostramos a personalização de uma capa de celular, realizada pela equipe da Mimaki Brasil. Para tanto, foram utilizados uma impressora UV de mesa do modelo UJF-6042 (com tinta LF140), uma folha de foil dourada e um rolo transferidor. Acompanhe:

Use um software de design para criar a arte conforme a área a ser impressa. Salve separadamente cada camada: CMYK, primer e white. Aplique a cor preta onde serão utilizados o primer e o white
Insira os arquivos no software RIP da Mimaki, o RasterLink6
Vá em “Atributo de trabalho”, substitua a cor preta do arquivo white
Componha o arquivo do CMYK com o arquivo do white
Selecione o perfil de cor e a qualidade de impressão
Vá em “Atributo de trabalho” e insira o primer com a intensidade do LED (entre 23% e 33%)
Recomenda-se aplicar a resolução de 720 x 1200dpi (16 passadas), com densidade de 25% para o primer, e 720 x 1200dpi (32 passadas) para CMYK+W
Limpe a superfície do material e imprima o arquivo com o primer
Após a impressão, posicione o foil sobre a capinha
Utilize o rolo transferidor para realizar a aplicação do foil
Remova o foil com cuidado
Imprima novamente com CMYK+W
Material personalizado! Use o mesmo procedimento para criar outros produtos

 



Roland DG adere ao Black November e oferece descontos de até 15%

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/11/2016
Impressoras VS-640i, XR 640, RF 640 e 640S e SP 540i podem ser adquiridas em condições especiais

Impressoras VS-640i, XR 640, RF 640 e 640S e SP 540i podem ser adquiridas em condições especiais

Este ano, a Roland DG Brasil, fornecedora de impressoras e plotters, está participando da Black November e, entre os dias 3 e 25 de novembro, oferecerá descontos de até 15% em diversos equipamentos, como os modelos VS-640i, XR 640, RF 640 e 640S e SP 540i.

A VS-640i é uma impressora ecossolvente com recorte conjugado e largura de 1,6m. Já a XR-640, também ecossolvente de 1,6m, pode trabalhar na velocidade de até 49m²/h. As impressoras sublimáticas RF-640 e RF 640S podem imprimir a uma velocidade de até 48m²/h e 56m²/h, respectivamente. Finalmente, a SP-540i é impressora de entrada indicada para produzir decalques coloridos, etiquetas, banners, cartazes, transfers e adesivos para piso e veículos.

Anderson Clayton, gerente de marketing da Roland DG, declarou: “No que se refere ao setor de bens de capital, percebemos que no decorrer do ano ocorreram altos e baixos. Mas nos últimos meses, o cenário econômico começou a apresentar indícios claros de melhora. Com essa iniciativa, a Roland DG que dar sua contribuição para movimentar ainda mais o mercado e mostrar que precisamos todos retomar a confiança. As boas-novas certamente estão apenas começando”.

Para saber mais sobre as promoções, acessse o site da promoção ou acompanhe as novidades na página do Facebook da Roland DG Brasil. Outras informações também podem ser obtidas por meio do telefone (11) 3500-2600.

Fonte: Roland DG



Tecidos usados na impressão por sublimação

Por João Leodonio em 03/04/2018
Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

Conheça os materiais têxteis que podem ser estampados com processo sublimático

As facilidades de importação e as ofertas da indústria brasileira têxtil impulsionam, atualmente, o mercado de tecidos sintéticos. São materiais que podem receber estampas sublimadas e, embora, haja grande disponibilidade deles, nem todos são recomendados para a impressão por sublimação. Portanto, este artigo ajuda você a reconhecer os principais produtos e classificá-los de acordo com suas composições e aplicações.

Tecidos PP (100% poliéster e diversas gramaturas)

Conheça os materiais têxtil totalmente compostos por poliéster:

- Flamê: malha mais leve que aparenta ter certa transparência. Bastante utilizada para camisetas.

- Devorê: malha mais leve que, devido ao processo de desgaste que sofre em sua produção, tem algumas partes mais fechadas e outras mais abertas, o que confere efeito diferenciado quando sublimada. Muito utilizada para camisetas.

- Crepe: trata-se de um tecido mais nobre e que confere acabamento superior. É muito utilizado para roupas femininas com toque diferenciado. Há variações de Crepe, porém uma característica marcante em todos elas é o alto grau de encolhimento.

- Oxford: mais barato, serve para a confecção de painéis de aniversário e comunicação visual em geral, pois é bem resistente e aceita muito bem a sublimação.

- Tactel: muito utilizado para bermudas e almofadas. Tem um toque menos nobre e apresenta encolhimento quando sublimado.

Mais leve, flamê é bastante utilizada em camisetas

Poliéster com Elastano

Trata-se de uma composição muito utilizada para a composição de peças de vestuário que precisam de um caimento mais colado ao corpo ou para exposição ao calor com menor grau de aquecimento. Conheça os tipos:

- Suéde, Neoprene e Suplex: muito utilizados para calças legging e bodys, pois não apresentam transparência e dão muita mobilidade às peças de vestuário.

- Dry Fit: classificado como malha fria, pois não esquenta muito. É bastante utilizado em materiais esportivos, como camisas de futebol e roupas para academia e pesca. Existem variações de qualidade e gramatura, como o Tecno Dry. Outros tipos são: Helanca, Helanca Light, Helanquinha e Cacharrel, que apresentam características próximas ao Dry fit.

- Chiffon: caracteriza-se por conferir transferência às peças de vestuário, além de ser muito utilizado em painéis de aniversário e comunicação visual.

- Cetim: muito utilizado em peças que precisam de um toque de ceda. Também é utilizado em forros de vestidos e ternos.

Há variações de Dry Fit que também podem ser estampadas com sublimação

PA (Poliéster com Algodão)

Há várias composições, como 50% P/50% A e 70% P/30% A. A principal característica do PA depois de sublimado é não ter 100% de nitidez, pois apenas os fios de poliéster serão estampados. Isso altera a característica de toque, tornando-o mais “pesado”.

PV (Poli Viscose ou Poliéster com Viscose)

Existem alguns percentuais diferentes para cada tipo de fio. Para esses casos, recomenda-se ter muito cuidado e realizar testes antes de sublimar toda aa produção, pois a viscose pode apresentar manchas ao lavar.

Tecidos sublimados também podem ser usados para compor quadros e peças de comunicação visual

Recomendações gerais

Quanto ao processo, recomenda-se testar sempre os tipos diferentes de tecidos antes de efetuar o corte. É necessário analisar a estrutura dos tecidos quanto ao grau de encolhimento. Por exemplo, a sublimação no crepe deve ser aplicada com tempo e temperatura inferiores aos utilizados em outros tecidos.

Ao estampar PA e PV, recomenda-se, após o teste de sublimação, submeter o tecido a uma lavagem para verificar o resultado de cor e manchas.

No caso dos tecidos que sofrem encolhimento ao serem expostos à temperatura (principalmente os materiais com elastano), após definido o percentual de encolhimento nos testes, recomenda-se executar o pré-encolhimento por até oito segundo e com a temperatura do serviço. Depois de encolhido, realize a transferência sublimática.

Alguns tecidos podem ter elastano (ou não). Para ter a certeza da composição, recomenda-se pedir para ver a etiqueta do fabricante no ato da compra dos materiais.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático