Como limpar veículos envelopados

Por Eduardo Yamashita em 23/06/2014

A melhor maneira de limpar um veículo envelopado é à moda antiga: com a mão, água e detergente neutro.

Uma alternativa aceitável é a lavagem automática com spray. Mas jamais lave o carro com escovas giratórias. Elas podem raspar e levantar as bordas do vinil autoadesivo e criar pontos de falhas. Além disso, podem arranhar a imagem impressa.

O primeiro passo de uma limpeza ideal é a lavagem do veículo, com água limpa, para não riscar a imagem. Em seguida, esfregue suavemente um pano macio ou uma esponja natural ou sintética molhada numa mistura de detergente e água.

O detergente deve estar livre de solventes fortes, alcoóis e componentes abrasivos (de pH entre 3 e 11).

Veja nessa artigo técnico como realizar a limpeza correta de veículos envelopados

Veja neste artigo técnico como realizar a limpeza correta de veículos envelopados

Comece a limpeza pelo teto do veículo e trabalhe para baixo. Evite qualquer abrasão na superfície do vinil. Depois de limpar o veículo por inteiro, é importante repassar a imagem cuidadosamente, com água limpa. Deixe a água secar naturalmente ou seque com flanela ou pano macio e não abrasivo. Tome cuidado para não levantar as bordas da película.

Se necessário, use uma lavadora de pressão e certifique-se de seguir as orientações abaixo:

  • mantenha a pressão de água abaixo de 1200psi;
  • mantenha a temperatura da água abaixo de 80ºC;
  • mantenha o bico pelo menos 12cm distante das bordas;
  • mantenha o bico perpendicular à imagem (para evitar o levantamento das bordas da imagem);
  • use bico com amplo padrão de pulverização de ângulo de 40º;
  • a pressão excessiva ou pulverização no ângulo errado com a lavadora de alta pressão pode causar danos e criar pontos de falha na imagem.
Água limpa e detergente devem ser aplicados na limpeza

Água limpa e detergente devem ser aplicados na limpeza

Não utilize lavagens a seco, pois os químicos podem afetar a imagem e o vinil.

Para remover contaminantes difíceis, como excrementos de pássaros e seiva de árvores, tente amaciá-los ao mantê-los de molho por alguns minutos, com água quente e sabão. Em seguida, enxágue abundantemente. Se necessário, use um produto químico mais severo, mas não se esqueça de testá-lo antes da aplicação, fazendo isso numa área escondida. E evite o uso de ferramentas abrasivas que podem riscar a imagem.

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

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Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual



Fujifilm lança série de impressoras UV Acuity LED 40

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 11/02/2019
Dois modelos compõem a nova série de máquinas planas

Dois modelos compõem a nova série de máquinas planas

A Fujifilm anunciou a nova série de impressoras planas Acuity LED 40. Com base na tecnologia Acuity Select 20, as máquinas são indicadas para birôs de médio porte e para clientes da marca que queiram se atualizar.

Composta pelos modelos padrão (com área de 1,25m × 2,5m) e X2 (2,5m × 3,08m), a série oferece capacidade de produção de até 15.000m2 por ano e velocidade máxima de 53m2/h, para estampar diversos tipos de mídias rígidas e flexíveis.

A Acuity LED 40 emprega tintas Uvijet KL, em quatro, seis ou oito canais. Como opção, o usuário pode usar as cores light e verniz ou pode usar tinta branca. Os insumos são certificados pela Greenguard Gold. Portanto, as impressões podem ser aplicadas com segurança em escolas, hospitais e ambientes de varejo.

Segundo a empresa, a manutenção da tinta branca é facilitada em função do Automated Maintenance System, que possibilita redução de custos operacionais. Além disso, a Acuity LED 40 tem o recurso de ativação instantânea para impressão imediata, o que elimina a necessidade de aguardar o aquecimento da impressora.

Mike Battersby, gerente de marketing da Fujifilm Graphic, declarou: “Estamos muito satisfeitos em oferecer os benefícios da tecnologia LED para nossa linha de impressoras planas. Nossos clientes buscam por soluções ambientalmente sustentáveis e que maximizem a eficiência e a lucratividade. Estamos ansiosos para conversar com nossos clientes sobre os benefícios que essa série pode oferecer”.

A Acuity LED 40 estreou na Europa durante a C! Print, feira que ocorreu na França entre os dias 5 e 7 de fevereiro.

Fonte: Fujifilm



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.