Como escolher uma impressora para sublimação

Por João Leodonio em 22/12/2017
Saiba o que é melhor para o seu negócio: pequeno ou grande formato

Saiba o que é melhor para o seu negócio: pequeno ou grande formato

Qual é a melhor impressora sublimática para o meu negócio? Essa é uma das perguntas mais elementares para quem busca entrar no mercado de sublimação. No entanto, esse não deveria ser o primeiro questionamento. Antes, é fundamental conhecer a fundo o segmento (ver tópicos a seguir) no qual pretende-se atuar, além dos formatos que ele demanda.

Pequeno Formato

Atende principalmente os ramos de brindes e de pequenas tiragens, pois as impressoras são limitadas aos formatos A3 e A4, e a velocidade de impressão é baixa. É possível sublimar canecas, camisetas com estampas localizadas, chinelos, porta-copo, azulejos e vários tipos de brindes que utilizam impressão no formato máximo de 29,7cm x 42cm (A3).

Impressora para pequeno formato: recomenda-se um equipamento que atenda a demanda do seu público-alvo. Em relação à marca, o ideal é escolher uma que venda equipamentos que precisem de pouca manutenção. Escolha um pacote de perfil de cores e insumos que corresponda à qualidade esperada. Evite comprar pacotes que tenham impressora, prensas e outros equipamentos, pois pode haver um kit pronto com formatos e dispositivos que não atendam à demanda esperada.

Impressora de pequeno formato é indicada basicamente para brindes e produtos similares

Grande Formato

Atende um tipo de atividade mais voltada para a impressão total e tiragens maiores de peças com formatos menores. Equipamentos com larguras entre 1,10m e 1,80m atendem à sublimação total em camisetas e vestuário, além de painéis e banners de tecido.

Impressora de grande formato: depois de definir a largura e a velocidade, recomenda-se pesquisar e fazer muita conta, pois os valores de investimento são mais elevados. Opte pelo melhor pacote, que tenha boa relação entre preço, garantia, assistência técnica e insumos. Outra recomendação é fugir das marcas que não ofereçam reposição rápida de peças.

Impressora de grande formato atende ao segmento de vestuário e sinalização
Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático

 



Fujifilm vai levar impressoras e aplicações na Fespa Brasil 2013

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 25/02/2013

O interessado em tintas e impressoras digitais vai encontrar no estande da Fujifilm, na Fespa Brasil 2013, uma série de produtos e serviços de ponta. A expositora promete levar diversos equipamentos, como as impressoras UVistar Pro8, Acuity LED 1600, DS42 e ValueJet 2638.

Marco Aurelio Acras, da Fujifilm, comenta sobre o evento: "A empresa vê na Fespa Brasil uma grande oportunidade de exposição; atraindo assim profissionais de alto nível, atuantes e influentes em nosso segmento".

Além da exposição de impressoras e tintas, a Fujifilm vai oferecer o Application Village Fujifilm, um local onde dois clientes da empresa vão expor aplicações executadas com equipamentos da marca.

Acuity LED 1600: impressora UV será exposta na Fespa Brasil 2013

Acuity LED 1600: impressora UV será exposta na Fespa Brasil 2013

O estande da Fujifilm é o C45, que fica entre a Rua 5 e Avenida C.

A Fespa Brasil ocorre de 13 a 16 de março, das 13h às 20h (sábado, das 10h às 17h), no Expo Center Norte (Pavilhão Azul), em São Paulo (SP).

Fonte: Fespa Brasil



Durst Brasil investe em centro de reparos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/12/2015
Repair Center no Brasil é único fora da sede da Durst, na Itália

Repair Center no Brasil é único fora da sede da Durst, na Itália

A filial brasileira da Durst, fabricante de impressoras digitais, criou um centro de reparos de equipamentos para o segmento cerâmico. Com operação em Campinas, trata-se do único centro de manutenção fora da sede da Durst, na Itália. O principal objetivo do serviço é poder restaurar localmente os módulos de impressão das máquinas avariadas, o que representa economia significativa para os clientes.

Guilherme Poggianelli, gerente nacional de serviços da Durst Brasil, declarou: "Anteriormente, era necessário enviar as cabeças para a Itália, para que fossem reparadas. Isso gerava um custo muito alto, uma vez que estamos falando de um processo de exportação para reparo e importação do mesmo item, sem mencionar os custos envolvidos nos prazo. Com o Repair Center, além de o trabalho ser realizado localmente, com peça nacionalizada e mão de obra local, também há a agilidade. Isso representa menos tempo de máquina parada, e, por consequência, menor comprometimento da produtividade dos clientes. Dependendo de onde o cliente está localizado, em dois ou três dias ele tem o módulo de impressão recuperado".

Os problemas nas cabeças de impressão podem ser de caráter obstrutivo (nozzles) ou eletrônico (placas). Cerca de 10% dos módulos recebidos pelo centro de reparos voltam a trabalhar normalmente após a limpeza.

Uma vez detectado o problema, envia-se o orçamento para o cliente. Em seguida, o módulo segue para reparo, troca de peça ou componente. Depois, o módulo é testado e segue para os processos de alinhamento. Posteriormente, ele é testado novamente, realinhado e devolvido ao cliente com os devidos testes impressos.

Atualmente, o Brasil é o terceiro mercado mundial para Durst no segmento de impressão digital em cerâmica. Para sustentar esse posto, a empresa reestruturou sua atuação, mantendo equipes de venda e suporte em mercados estratégicos nas regiões de Santa Catarina e Rio Claro (ambos grandes polos cerâmicos no Brasil), além do escritório central em Campinas e da equipe comercial em São Paulo.

Fonte: Durst Brasil