Bordeaux lançará tintas digitais na SGIA 2015

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 12/10/2015
No estande da fabricante estarão tintas compatíveis com equipamentos da série Océ Arizona

No estande da fabricante estarão tintas compatíveis com equipamentos da série Océ Arizona

De 4 a 6 de novembro, em Atlanta, nos EUA, ocorre a feira SGIA. Entre os expositores estará a Bordeaux, fabricante de insumos para impressão digital. Para o evento, a empresa promete apresentar em primeira mão uma nova geração de tintas UV compatíveis com equipamentos das linhas Océ Arizona e Fujifilm Acuity. Também serão expostas soluções ecossolventes e sublimáticas para impressoras Mimaki, Roland e Mutoh.

Segundo a empresa, as novas tintas são plug and play e não necessitam de suporte técnico para serem instaladas. Além disso, possuem as características técnicas necessárias para rodar nas máquinas e, por tal motivo, não exigem a presença de um técnico para realizar a conversão.

Guy Evron, diretor de marketing da Bordeaux, declarou: “Desenvolvemos tintas que combinam com os atributos técnicos de toda a impressora e não apenas com as cabeças de impressão. Sabemos hoje que soluções específicas podem fazer a diferença na impressão. Os visitantes da SGIA que estiverem em nosso estande serão capazes de ver a alta qualidade dos materiais que apresentaremos".

Fonte: Bordeaux



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.

 



Mimaki apoia projeto de combate ao novo coronavírus

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 16/04/2020
Impressora 3D da Mimaki foi utilizada para produzir máscaras faciais

Impressora 3D da Mimaki foi utilizada para produzir máscaras faciais

A Mimaki Brasil e a 3D Time uniram-se e ingressaram no Projeto Higía, composto por voluntários que imprimem protetores faciais para hospitais que estão combatendo a pandemia de covid-19.

Os protetores faciais são EPIs (equipamentos de proteção individual) essenciais e, atualmente, estão em alta demanda no mundo.

O Projeto Higía é voltado especificamente para a produção de protetores faciais por meio de impressoras 3D. Pelo site do projeto, os voluntários recebem todas as informações sobre os padrões para impressão, com dicas de fatiamento e parâmetros para impressoras específicas.

Se você tem uma impressora 3D, pode participar do Projeto Higía.

Fonte: Mimaki Brasil