Azonprinter lança impressora UV LED plana

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 08/05/2017
Azon Matrix pode imprimir mídias planas e objetos cilíndricos

Azon Matrix pode imprimir mídias planas e objetos cilíndricos

A Azonprinter, fabricante croata de impressoras digitais, anunciou o lançamento do Azon Matrix, equipamento UV LED plano capaz de estampar mídias com até 200mm de espessura.

Disponível em modelos com mesas de 700mm × 1.900 mm, 700mm × 2.500mm ou 1.200mm × 3.300mm, a impressora também pode estampar objetos cilíndricos por meio de um adaptador especialmente desenvolvido para a função, o Azon Rotax.

Também na opção DTG, a Azon Matrix é indicada para impressão direta em PET, ABS, policarbonato, TPU, madeira, pedra, vidro, lona, cerâmica, alumínio, couro, tecidos (seda, algodão e poliéster), para aplicações nos ramos de sinalização, decoração, móveis, couro, tecido e fotografia.

Além disso, a impressora inclui detector automático da espessura da mídia, dispositivo de proteção das cabeças contra danos, sistema de vácuo escalável com diversas zonas e conexão de vácuo externa.

As tintas originais, da marca TurboJet, são vendidas em frascos de 500ml, nas opções CMYK, branco e verniz.

Fonte: Azonprinter



Profissionais da área médica são homenageados em outdoor digital na Inglaterra

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/04/2020
#MyHeroes é veiculada na Piccadilly Circus, em Londres

#MyHeroes é veiculada na Piccadilly Circus, em Londres

Diversos outdoors digitais na Inglaterra estão veiculando a campanha #MyHeroes, para homenagear e dar apoio aos profissionais da área médica que estão na linha de frente na luta contra a pandemia de covid-19.

O objetivo da #MyHeroes é demonstrar a gratidão coletiva àqueles que estão salvando vidas, protegendo a saúde de todos e garantindo que os serviços essenciais continuem funcionando.

Liderada pela capital, Londres, a campanha evidencia também a importância da conectividade digital em um momento em que a conexão física humana é limitada, e apresenta mensagens poderosas de amor e agradecimento.

A #MyHeroes une as mídias sociais aos displays de OOH. Um deles é o da Piccadilly Lights em Londres. No entanto, outras mídias em Liverpool, Cardiff e Plymouth estão sendo mobilizadas para unir uma nação separada pelo isolamento.

Julie Bryan, cuja filha Chloe trabalha na NHS, agência de saúde britânica, comentou sobre a campanha: “Ver minha filha na tela do Piccadilly Circus me deixou orgulhosa e de todos os outros profissionais que colocam suas vidas em risco por nós. Ser capaz de agradecê-la e dar o presente de torná-la pública significa muito! Encorajo todos a compartilhar um pouco de amor e twittar #MyHeroes”.

Fonte: DOOH



Tornando-se mais sustentável - Parte 1

Por Eduardo Yamashita em 22/01/2017
Uso do vinil adesivo precisa ser discutido

Uso do vinil adesivo precisa ser discutido

Atualmente, as empresas de comunicação visual têm buscado usar soluções mais sustentáveis (“verdes”), isto é, ambientalmente amigáveis e corretas. Um dos principais materiais dessa indústria é o vinil autoadesivo, usado em abundância em aplicações de sinalização, decoração, envelopamento e adesivações diversas. Portanto, em meio a discussões sobre práticas “verdes”, é inevitável discutir as implicações e impactos dos vinis no meio ambiente. Ele é sustentável? Pode ser reciclado? Quais são suas limitações? Neste artigo, buscamos apresentar informações para responder a essas perguntas e eliminar mal-entendidos sobre essas mídias.

O PVC é “verde”?

O policloreto de vinil (o PVC) pode ser considerado um problema em termos sustentáveis? Aplicado ao mercado de comunicação visual, sinalização e envelopamento, ele talvez seja.

O PVC tornou-se o material de básico para filmes gráficos por poder ser fabricado em qualquer cor, além de ser durável e proporcionar elasticidade para aplicações em diversos tipos de superfícies.

No entanto, a produção de filmes de PVC usa ftalatos, que não o tornam necessariamente um material ecológico, principalmente porque ele não vai se decompor nos aterros e não há como reciclar o filme após seu uso. No entanto, atualmente há filmes de envelopamento sem PVC disponíveis no mercado.

Quando se trata de produtos autoadesivos, é importante lembrar que todos eles têm adesivo. Portanto, não importa quão ambientalmente amigável é o filme, o adesivo também deve ser levado em consideração. Atualmente, não há nenhum processo mecânico para separar o adesivo do filme, o que dificulta a reciclagem ou a degradar do material num aterro.

Fabricantes de mídias já estão investindo na produção de películas autoadesivas sem PVC

Busca por alternativas

Por que deveríamos começar a empregar materiais alternativos? A principal razão, em função de uma consciência ambiental maior atual, devemos procurar maneiras de reduzir nossa pegada. Há outra razão muito relevante: os clientes que pedem por soluções mais verdes. Para atendê-los, é necessário armar-se de informação sobre materiais alternativos.

De fato, nos últimos anos as empresas nacionais de varejo e as lojas de “grandes caixas” procuram cada vez mais produtos sustentáveis, e a tendência é que nos próximos anos essa demanda se expanda a empresas regionais e varejistas locais.

A demanda

O que impulsiona os clientes que demandam produtos sustentáveis são os mandatos regulatórios criados em anos recentes, como as normas de fabricação de produtos para crianças (sobretudo, brinquedos infantis). Para esse público, a indústria de sinalização fornece imagens para decoração ambiental, tanto comercial (em lojas e hospitais, por exemplo) quanto doméstica (quartos e cômodos). Obviamente, não se trata de brinquedos, porém os varejistas envolvidos na comercialização de produtos infantis passaram a questionar todos os fornecedores, para garantir que nenhum componente prejudicial seja empregado em itens vendidos para o mercado infantil.

Normas de fabricação de produtos infantis podem ajudar na regulamentação de práticas mais sustentáveis na indústria de comunicação visual

Outra legislação é conhecida como REACH (Regulamento, Avaliação, Autorização e Restrição de Produtos Químicos). Embora tenha sido desenvolvida na Europa, ela pode ser aplicada no Brasil, sobretudo por empresas que importam e exportam para o mercado europeu. Esse regulamento mostra como reduzir o uso de químicos nocivos ( cádmio, cromatos e chumbo) na fabricação de produtos de consumo.

O regulamento afeta fornecedores de clientes multinacionais que exigem compatibilidade em diferentes países. Para padronizar a qualidade dos materiais comprados, os clientes pedem que sejam seguidas as normas de fabricação REACH.

Em função da regulação ambiental atual, alguns fabricantes de filmes autoadesivos estão se alinhando aos novos padrões de emissão de gases de efeito estufa, que surgiram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas realizada em Paris em 2015. Os efeitos desse acordo histórico sobre nosso setor se desenvolverão nos próximos anos.

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual