Avery Dennison passa a vender a linha Supreme Wrapping no Brasil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/02/2013

A Avery Dennison, fabricante de vinis adesivos, lança no mercado brasileiro a linha Supreme Wrapping, composta de películas para envelopamento de carros.

Os filmes possuem duas camadas de filme cast: uma colorida e outra de proteção transparente. Ambas oferecem resistência e aparência de pintura e alto brilho.

Como explica Isabela M. Galli, diretora regional marketing do Grupo de Materiais da Avery Dennison da América do Sul: "O produto garante uma excelente conformabilidade, facilidade de aplicação e ótima aderência às curvas mais complexas".

Linha Supreme Wrapping é composto por 46 tipos de vinis

Linha Supreme Wrapping é composto por 46 tipos de vinis

De acordo com a fabricante, as películas usam a tecnologia Easy Apply™ RS, que possibilita economia de tempo na instalação, pois os filmes deslizam facilmente sobre as superfícies, podendo ser reposicionados. Além disso, a tecnologia permite que as bolhas sejam removidas sem dificuldades.

Os filmes Supreme Wrapping são oferecidos na largura 1,52m, o que permite aplicações sem emendas em áreas maiores do carro como capôs e laterais. A linha é oferecida em 46 cores, incluindo opções com efeitos metálicos, foscos e brilhantes.

Fonte: Avery Dennison



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.

 



ISA publica material sobre oportunidades na sinalização digital

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 22/08/2014

Publicação foi desenvolvida em parceria com a Roland DGA

Publicação foi desenvolvida em parceria com a Roland DGA

A ISA (International Sign Association) e a filial norte-americana da Roland DG publicaram recentemente um material sobre sinalização digital, o Dynamic Digital Signage Opportunities for Sign Companies (Oportunidades de sinalização digital dinâmica para empresas de sinalização).

O documento (em inglês) contém nove páginas com imagens, gráficos e ilustrações e contém um panorama do mercado crescente de sinalização digital.

Com insights e análises de especialistas, o material oferece informações sobre tamanho do mercado, tipos de negócios e oportunidades para birôs de comunicação visual interessados em expandir atividades e aumentar os lucros.

O material também inclui dicas para empresas que buscam entrar no mercado e mostra estudo de casos de birôs de impressão que aumentaram suas operações ao integrar com sucesso serviços e produtos de sinalização digital ao portfólio.

Greg Collin, gerente de produto da Roland DGA, declarou: "O material contém dados recentes e mostra como a sinalização digital complementa as ofertas tradicionais de impressão. Além disso, apresenta uma série de casos de empresas que estão lucrando com a solução".

Fonte: My Print Resource