AnaJet lança software dedicado a impressão em camiseta

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/01/2014

Spark: software para criação e preparação de imagens para impressão em camisetas

Spark: software para criação e preparação de imagens para impressão em camisetas

A AnaJet, fabricante de soluções para estamparia digital, anunciou no mercado internacional o lançamento do Spark, aplicativo dedicado a realizar design e impressão de camiseta.

Indicado para quem está começando no mercado, o aplicativo serve de plataforma para manipulação de gráficos e arquivos digitais e permite a criação rápida de imagens personalizadas e prontas para imprimir.

O Spark foi desenvolvido para se integrar ao AnaRIP, software RIP usado em equipamentos mPower, que finaliza, rasteriza e imprime imagens diretamente em camisetas.

Assista ao vídeo do aplicativo (em inglês):

Fonte: Anajet



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático 

 



Há 10 anos EFI comprava a Vutek

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 12/06/2015

Há uma década a EFI comprou uma das mais qualificadas fabricantes de impressoras de grande formato

Há uma década a EFI comprou uma das mais qualificadas fabricantes de impressoras de grande formato

A EFI, fabricante de equipamentos de impressão digital, comemorou no dia 3 de junho o aniversário de 10 anos de aquisição da Vutek, desenvolvedora pioneira de tecnologias inkjet para grandes formatos.

O investimento foi um divisor de águas para a EFI, que antes comercializava apenas fluxos de trabalho para produção digital. Guy Gecht, CEO da EFI, declarou: "Uma década depois, o sucesso que tivemos com as linhas Vutek, Jetrion e Cretaprint definitivamente valida a decisão de entrar no mercado inkjet".

Scott Schinlever, que atualmente é gerente geral da EFI Inkjet Solutions e fez parte do processo de aquisição, concorda com o êxito do investimento: "Estou tremendamente orgulhoso das nossas conquistas ao longo da última década, das inovações que a EFI legou ao mercado de inkjet industrial e do sucesso de nossos clientes em todo o mundo. Mas o melhor ainda está para vir".

Atualmente, o portfólio de impressoras inkjet da EFI, além de compreender a linha Vutek, inclui as séries Jetrion (para embalagens) e Cretaprint (para cerâmica).

A EFI preparou um vídeo que mostra a evolução da empresa nos últimos 10 anos:

Fonte: Large Format Review