Alltak promove curso de envelopamento de carro no Rio de Janeiro

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 25/04/2013

Treinamento ocorre no dia 15 de maio, no VELUPLAST Centro Automotivo

Treinamento ocorre no dia 15 de maio, no VELUPLAST Centro Automotivo

A Alltak, fabricante de vinis adesivos para envelopamento de carro, tem promovido uma série de treinamentos desde o início do ano. E o próximo já tem data e local definidos: 15 de maio, no VELUPLAST Centro Automotivo (Rua Escobar, 40 – São Cristóvão – Rio de Janeiro, RJ).

Envelopamento de carro: dicas para uma aplicação profissional
Envelopamento de carro: adesivação de retrovisor (passo a passo)

Ministrado por Thiago Sossai, técnico em aplicação de adesivos da Alltak e instrutor credenciado pelo método "UGIS" (de Justin Pate), o treinamento tem como público-alvo (limitado a 16 participantes) envelopadores de nível básico ou intermediário. Veja mais detalhes do curso:

Temas abordados:

  • Ensinamentos básicos: limpeza, ambiente, preparação da superfície e materiais;
  • Técnicas: linha mestra, triangulação, cortes de alívio;
  • Posicionamento de imagem;
  • Parachoques;
  • Finalização: quebra de memória, acabamentos.

Programação:

  • 8h00 às 8h30: café da manhã;
  • 8h30 às 13h00: aula teórica e prática;
  • 13h00 às 14h00: almoço;
  • 14h00 às 17h00: aula prática e entrega dos certificados.

Cada participante receberá:

  • Material didático;
  • Ferramentas básicas (Porta-ferramentas, Espátula, Feltro, Estilete Profissional);
  • Apostila + DVD Programa de Treinamento Alltak Tuning;
  • Café da manhã;
  • Certificado;
  • Três metros de adesivo Fibra de Carbono Premium Alltak Tuning.

Inscrições:

E-mails: paulo.cecato@alko.com.br ou shirley@alko.com.br;

Fone: (11) 2436-3300 – ramal: 108.

Fonte: Alko



Impressão inkjet de pontos variáveis: vantagens, desafios e desvantagens

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/06/2014

Atualmente, muitas impressoras digitais empregam tecnologia de pontos variáveis (greyscale). O que isso significa? Quais são as vantagens e desvantagens dela?

As primeiras impressoras inkjet usavam cabeças de impressão binárias, que produziam pontos de tamanhos fixos. Pequenos pontos produzem boa definição de imagem, alta resolução e são bons para textos. Pontos grandes podem cobrir áreas maiores e são bons para cobrir grandes áreas chapadas.

Mas estamos vendo um aumento no uso de cabeças de pontos variáveis, que podem produzir diferentes tamanhos de pontos.

Na tecnologia greyscale, a cabeça de impressão consegue formar pontos de tamanhos variáveis

Na tecnologia greyscale, a cabeça de impressão consegue formar pontos de tamanhos variáveis

Há diferentes abordagens. Algumas cabeças disparam volumes variados de tinta para produzir pontos variados, ao passo que outras cabeças ejetam a mesma quantidade de tinta, mas variam a frequência com a qual a tinta é disparada.

Todos os fornecedores concordam que o problema que mais afeta a qualidade de impressão é a precisão na colocação dos pontos no substrato, algo que fica mais complexo quando várias gotas pousam num mesmo local.

Há vários desafios, incluindo a movimentação do sistema de impressão, que cria turbulência e pode desconfigurar o correto disparo da gota. É melhor quando a cabeça está mais próxima da mídia, porque isso reduz a distância de voo (entre a cabeça e o substrato), mas aumenta o perigo de a mídia golpear a cabeça, o que causa problemas técnicos na peça.

A tecnologia binária compõe pontos de tamanho único (fixo)

A tecnologia binária compõe pontos de tamanho único (fixo)

Além disso, o substrato pode não estar perfeitamente plano, especialmente se for flexível, dificultando o processo de impressão. Por esse motivo, os fornecedores de impressoras planas (flatbed) fazem um grande esforço para manter o nivelamento da mesa.

Abordagens práticas

A Océ, que hoje faz parte da Canon, tem usado cabeças Toshiba Tec com tecnologia de pontos variáveis nas impressoras Arizona. Fred Robinson, gerente de projetos das máquinas Océ Arizona, explica: "Fizemos um estudo que levou dois anos. Nele enfatizamos a qualidade e a confiabilidade da tecnologia de impressão. Baseados nesses fatores, decidimos usar os sistema de múltiplas gotas. Na época, fomos um dos primeiros a empregar essa tecnologia no mercado. E achamos que ela ainda é a melhor".

As impressoras Arizona produzem sete diferentes volumes de gotas, de 6 a 42 picolitros. Para ter uma ideia, 6 picolitros equivalem a um terço do tamanho do cabelo humano. Gotas menores são ejetadas e combinam-se no ar (durante o voo) para formar gotas maiores e, consequentemente, pontos maiores.

Kevin MacArthur, engenheiro de sistemas da  Canon Océ, completa: "O ponto menor permite obter a nitidez que precisamos. Isso permite a obtenção de imagens com detalhes nítidos e áreas com cores suaves. Os outros tamanhos de gota preenchem outros espaços maiores".

Océ Arizona emprega tecnologia de pontos variáveis

Océ Arizona emprega tecnologia de pontos variáveis

A HP desenvolveu o sistema HDR (High Dynamic Range) para ser usado nas impressoras Scitex FB 10000. As cabeças HDR300 disparam gotas fixas de 15 picolitros e podem criar múltiplos volumes de gotas ejetando rapidamente várias gotas sucessivamente. As gotas se mesclam durante o voo para formar uma única gota maior.

Assim, a impressora da HP pode criar gotas com volumes de tinta de 15, 30 e 45 picolitros. Cada uma das cabeças HDR300 tem 192 nozzles, com 150 nozzles por polegada. A cabeça usa 12ml de tinta por minuto e pode disparar 24 mil gotas por segundo.

HP Scitex FB 10000 é outro exemplo de impressora que usa a tecnologia greyscale

HP Scitex FB 10000 é outro exemplo de impressora que usa a tecnologia greyscale

A Durst desenvolveu a Variodrop. Trata-se de uma solução multipulso que combina duas voltagens de pulso, sendo que o segundo aumenta o tamanho da gota na hora que se desprende da placa do nozzle, para que caia como uma única gota sobre o substrato. Assim, a impressora Durst Rho P10 produz gotas de 10 picolitros, mas com o multipulso, ela pode aumentar a gota para 15 picolitros.

Conclusão

A impressão de pontos variáveis tem inúmeras vantagens. Ela mistura pontos grandes e pequenos e torna mais fácil a reprodução de gradientes e mudanças de tons. Também pode reduzir o consumo de tinta, porque alguns pontos são bem pequenos e porque ela dispensa o uso de cores adicionais.

Mas a complexidade de combinar várias gotas para formular um único ponto pode diminuir a velocidade da impressora e demandar cabeças de impressão mais caras. Alguns fornecedores acreditam que gotas de tamanho fixo (de 10 a 14 picolitros) são suficientes, e que podem entregar uma boa resolução, desde que sejam dadas múltiplas passadas.

Por ora, em função do equilíbrio entre custo e desempenho, as máquinas menores tem empregado a tecnologia de pontos variáveis para obter maior qualidade de imagem, ao passo que as impressoras maiores, no geral, trabalham com mais velocidade e tecnologia de pontos fixos. E temos visto que novas cabeças com tecnologia de pontos variáveis, como a Epson Precision Core, que são mais robustas.

É também importante notar que fabricantes estão adotando a tecnologia de única passada em impressoras de documentação e rótulos.

Fonte: Fespa



Novos vinis adesivos Dimension e Dimension Cristal da Alltak

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 26/01/2016
Dimension apresenta acabamento texturizado e efeito tridimensional

Dimension apresenta acabamento texturizado e efeito tridimensional

A Alltak, fabricante nacional de mídias, anunciou o lançamento de dois vinis adesivos (Dimension e Dimension Cristal), indicados para decoração, sinalização e envelopamento de veículos.

Disponível nas cores preto e branco, a película Dimension, que faz parte da linha AlltakTuning, apresenta acabamento texturizado com efeito tridimensional. A mídia é vendida em bobinas com largura de 1,38m e comprimento de 25m ou 50m. Com espessura de 0,10mm, o vinil emprega cola à base d’água reposicionável e liner de 145g/m2. A empresa ressalta que a opção branca é compatível com impressão digital solvente, ecossolvente e látex.

Já a película Dimension Cristal faz parte da série Alltak Tec, indicada para aplicações em vidro e laminação de imagens. A mídia apresenta acabamento transparente texturizado com efeito tridimensional e é vendida em bobinas com largura de 1,22m e comprimento de 50m. Com espessura de 0,10mm, o vinil emprega cola à base d’água permanente e liner de 130g/m2. A Dimension Cristal é compatível com impressão digital solvente, ecossolvente e látex.

A Alltak também apresentou a película Kroco na versão branca. Segundo a empresa, a película é indicada para decoração interna de carros, móveis, geladeiras, entre outras superfícies. Com textura de couro e acabamento brilhante texturizado, o filme tem largura de 1,38m e é comercializado em bobinas de 25m ou 50m de comprimento. Com espessura de 0,10mm e liner de 145g/m2, o vinil emprega cola à base d’água reposicionável.

Fonte: Alko