Alltak lança vinil adesivo Jateado Metallic Navy Blue

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/02/2017
Vinil é indicado para envelopamento automotivo

Vinil é indicado para envelopamento automotivo

A Alltak, fabricante nacional de películas adesivas, anunciou mais uma opção da linha Alltak Tuning, composta por vinis adesivos para envelopamento de carros. Trata-se do Ultra Jateado Metallic Navy Blue, com frontal de PVC calandrado de 80µm, adesivo acrílico reposicionável e liner de 150g/m2.

Com acabamento de jateado metálico, a mídia é vendida em bobinas com 1,38m de largura e 25m de comprimento.

Ultra Jateado Metallic Navy, da Alltak

Fonte: Alltak



Razões para o crescimento da impressão de cura por radiação UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 06/02/2018
Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

Saiba por que a tecnologia de cura por radiação não para de crescer

A Smithers Pira, consultoria internacional de inteligência de mercado, publicou recentemente o estudo "The Future of Radiation Curing Print Markets to 2022", que identificou os principais desenvolvimentos tecnológicos que impulsionam a expansão da impressão de cura por radiação.

De acordo com o documento, em 2017 foram produzidas aproximadamente 1,38 trilhão de impressões A4 (um valor de 63,4 bilhões de dólares) com tintas e vernizes de cura por radiação (UV e feixe de elétrons) - um mercado que está crescendo em torno de 2 a 3% ao ano.

Os usuários estão adotando a secagem instantânea para melhorar a eficiência produtiva e explorar as novas propriedades das tintas e revestimentos. A cura por radiação não só economiza tempo em função da secagem instantânea, mas também permite aumentar a eficiência do processo como um todo.

Enquanto os volumes de impressão em gráficos estão caindo 3% ao ano (entre 2012 e 2022), os segmentos de impressão de cura por radiação estão em expansão. O volume de cura por radiação aumentará 25% em volume e 33,6% em termos de valor durante este período. Leia sobre alguns dos principais apontamentos técnicos levantados pelo estudo:

Cura UV LED

A cura UV LED emprega diodos emissores de luz que emitem uma banda estreita de UV e fornece um pico de energia ultravioleta. Ela oferece uma saída com ampla distribuição em todo o espectro eletromagnético, inclusive luz visível e radiações infravermelhas.

A cura LED gasta menos energia do que os sistemas UV de lâmpada de mercúrio de baixa energia (tópico a seguir), além de desligar instantaneamente, o que reduz o tempo de inatividade necessário para que as lâmpadas atinjam plena eficiência. Também economizam energia por curar instantaneamente a tinta impressa. A desvantagem desta tecnologia é a disponibilidade limitada de tintas adequadas e o alto custo atualmente associado a elas. No entanto, a gama de tecnologias UV LED comercialmente disponíveis está crescendo.

As empresas que usam impressoras UV LED relatam um consumo de energia até 70% menor do que os sistemas UV convencionais. Outro benefício da UV LED é o brilho da cor em função do maior teor de pigmento nas tintas.

A UV LED está crescendo para além de aplicações de nicho. Atualmente, está sendo empregada também em segmentos de maior volume.

Cura UV de baixa energia

Os métodos de cura UV estão mudando. A maior parte da secagem ultravioleta em 2017 ainda foi realizada por meio de lâmpadas de vapor de mercúrio feitas de quartzo, que gastam tempo para aquecer e oferecem potenciais riscos à saúde dos operadores e ao meio ambiente.

Já a tecnologia de cura de baixa energia não tem as mesmas limitações. Trata-se de um sistema que emprega muito menos energia do que as lâmpadas tradicionais de vapor de mercúrio e emprega lâmpadas que não emitem os comprimentos de onda UV mais curtos que geram ozônio (o que obviamente elimina a necessidade de extração de ozônio). Além disso, elas produzem menos calor residual, portanto, exigem menos refrigeração, o que reduz ainda mais o consumo de energia. É uma tecnologia que atualmente ganha espaço na Europa e América do Norte. A cura de baixa energia tem sido instalada em impressoras que empregam duas lâmpadas.

Cura por feixe de elétrons

Esta tecnologia emprega um feixe de elétrons de alta potência para desencadear a reação de polimerização de radicais livres. Uma cortina de elétrons acelerados é emitida em direção à tinta depositada na superfície do substrato. A energia é absorvida pela película impressa e o processo de cura ocorre.

O benefício desta tecnologia é a penetração de elétrons no corpo do filme de tinta, em vez de apenas em sua superfície.

Há desenvolvimentos para ampliar o uso desta tecnologia, sobretudo em impressoras flexográficas e de rotogravura. A proporção dos dispositivos que usam feixe de elétrons na cura permanece baixa, apenas 5% em 2017, e a maioria na América do Norte.

Tintas e revestimento de baixa migração

Como a cura por radiação é amplamente utilizada em embalagens para alimentos, tabaco e produtos farmacêuticos, é importante que nenhum componente dela migre da impressão para o produto, o que pode causar efeitos organolépticos. Isto é particularmente importante na embalagem de tabaco, que é higroscópico.

Odor e mancha são problemas potenciais para as empresas que impressão de embalagens. Os fabricantes estão formulando tintas de baixa migração com componentes selecionados, o que garante que a migração do filme de tinta impresso fique dentro dos limites aceitos de migração.

Tintas híbridas

Vários fabricantes de tinta estão explorando novas formulações, para ampliar a gama de aplicações UV e tintas de cura por feixe de elétrons e melhorar desempenho dos insumos no processo de impressão.

Uma vantagem significativa das tintas híbridas é que elas não são classificadas como materiais perigosos. Isso significa que os fabricantes não precisam aplicar um rótulo de químico perigoso na embalagem e, portanto, podem ser transportar as tintas de modo mais barato, ao passo que a tinta UV pode receber a classificação de perigosa e não pode ser transportada em um recipiente com mais de 25 litros.

Fonte: Fespa



Cabeça de impressão à base d’água amplia portfólio da Xaar

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 28/06/2017
Xaar 5501 é indicada para impressoras têxteis

Xaar 5501 é indicada para impressoras têxteis

A fabricante Xaar anunciou a Xaar 5501, nova cabeça de impressão com tecnologia à base d’água. O dispositivo, que complementa as famílias Xaar 1201 e Xaar 5601, é indicado para fornecedores que trabalham em regime OEM e foi desenvolvido em colaboração com a Xerox.

Com tecnologias piezo e Xaar Drive Electronics, a cabeça imprime a 1200 dpi em aplicações como tecidos (diretamente ou com sublimação) e sinalização (banners, cartazes e displays).

A Xaar 5501 possui 5544 nozzles, dispara gotas de 5 picolitros e oferece largura de impressão de 115mm, além de ser compatível com uma variedade de fluidos, como tintas aquosas, tintas UV com baixa viscosidade.

A cabeça emprega usa um sistema de posicionamento e alinhamento por meio de software. Isso uma configuração rápida e fácil das impressoras. Além disso, não requer um sistema de recirculação de tinta, o que diminui custos de integração. A peça também pode ser empregada em aplicações de alta produtividade, em sistemas de impressão única passada.

Jason Remnant, gerente de produto da Xaar, declarou: “Agora temos uma gama completa de soluções para atender a maioria das aplicações que usam cabeças de impressão a jato de tinta de baixa viscosidade. A Xaar 5501 é uma solução muito rentável para impressoras têxteis e de amplo formato, e estará amplamente disponível para parceria OEM no final de 2017”.

Fonte: Xaar