Alltak divulga agenda de treinamentos de envelopamento no Nordeste

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 25/04/2017
Serão ministrados cursos no Ceará, Pernambuco e Paraíba

Serão ministrados cursos no Ceará, Pernambuco e Paraíba

A Alltak, fabricante de vinis adesivos, durante os meses de abril e maio ministrará cursos sobre aplicações em veículos, decoração, sinalização na região Nordeste.

Entre as atrações da agenda estão apresentações práticas de envelopamento de carros ministradas por Thiago Sossai, que mostrará técnicas e truques de como executar o trabalho com qualidade. A Alltak também promoverá workshops que abordarão as diferentes possibilidades de adesivação para agregar aos negócios de comunicação visual. Além disso, a empresa aproveitará a passagem pelo Nordeste para ministrar cursos de envelopamento.

O interessado em participar dos cursos deve acessar este link, que contém mais informações sobre valores, horários, endereços, formas de inscrição e itens que serão abordados nos treinamentos. Confira as datas e cidades por onde a Alltak passará nos próximos meses:

  • Campina Grande (PB) – 26 de abril;
  • Caruaru (PE) – 27 de abril;
  • Recife (PE) – 28 de abril;
  • Fortaleza (CE) – 9 e 10 de maio;
  • Juazeiro do Norte (CE) – 11 e 12 de maio.

Fonte: Alltak



swissQprint anuncia nova geração de impressoras digitais UV

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 30/05/2014

Nyala 2 é a impressora mais veloz e produtiva da fabricante

Nyala 2 é a impressora mais veloz e produtiva da fabricante

Conforme anunciado, a swissQprint, fabricante de equipamentos para comunicação visual, passou a vender a Nyala 2, impressora UV plana (flatbed). Embora tenha design similar ao do modelo predecessor (Nyala), a máquina emprega uma mesa maior, com área de 3,2m x 2m.

A impressora trabalha com resoluções que variam de 360dpi a 1080dpi, velocidade máxima de 206m2/h e software que inclui ferramentas de multicamadas, estatísticas, consumo de tinta, entre outras funcionalidades.

O sistema de impressão da máquina emprega cabeças com tecnologia binária e com pontos variáveis (gotas de 9 a 42 picolitros).

A paleta padrão (CMYK) da impressora pode ser expandida para incluir cores light, branco e cores especiais como laranja, violeta e verde.

A Nyala 2 pode receber um sistema opcional rolo a rolo (com 3,2m de largura) para rodar bobinas de mídias flexíveis.

Fonte: swissQprint



Depreciação de impressoras de grandes formatos

Por José Pires de Araújo Jr. em 21/06/2018
Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

Saiba como prever a depreciação de uma impressora digital

A depreciação de equipamentos é um assunto recorrente nas conversas entre empresários do setor. Trata-se de uma despesa, não reembolsável, que tem como fato gerador a utilização de um equipamento ou sua obsolescência. No entanto, a empresa não precisa usar dinheiro do caixa para pagar tal despesa. Porém, é necessário realizar a devida contabilização para a recuperação do investimento.

O Brasil, segundo a lei 11638/2007, segue a tabela de depreciação abaixo:

Item Taxa de depreciação anual Anos
Edifício 4% 25
Máquinas e equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e utensílios 10% 10
Veículos 20% 05
Computadores e periféricos 20% 05

 

Conforme a tabela, os computadores e seus periféricos depreciam-se em até 5 anos, com taxa de 20% ao ano. A lei referida (11638/2007) deve guiar a contabilidade. Não foi levada em consideração a “Lei de Moore”, que deve ser considerada nas ações gerenciais com foco na obsolescência de processadores (o “coração” dos computadores e seus periféricos). Em 1965, Gordon Moore publicou na revista Eletronic Magazine um artigo sobre o ciclo de vida dos processadores. Ele afirmou que a cada período de 18 meses, a capacidade dos processadores aumenta exponencialmente. Com base nisso, pode-se utilizar a “Lei de Moore” para a formação de custos no RKW, mas saiba que quanto menor o tempo de depreciação, maior é o valor a ser destacado.

As impressoras de grandes formatos, em última análise, são equipamentos eletrônicos com memória e utilizam programas para decodificação de dados, para estampar lonas, vinis, tecidos, entre outros substratos. São máquinas de alta tecnologia que necessitam de processadores cada vez mais potentes para suportar uma eletrônica que evolui a todo momento.

Essas impressoras provam que a “Lei de Moore” é uma realidade. O aumento da velocidade dos processadores e a evolução dos softwares estão permitindo que a impressão de grandes formatos atinja mercados diversos, como os de arte e arquitetura. Além disso, a tecnologia também tem possibilitado a impressão em substratos rígidos, como madeira e cerâmica, que podem ser utilizados em decoração.

Por causa dessa constante evolução, a depreciação gerencial de uma impressora de grande formato pode não ser 5 anos. Para conhecer a exata depreciação, recomenda-se levar em consideração a obsolescência causada pelos desenvolvimentos do segmento, embora a aceleração tecnológica segundo a “Lei de Moore” venha caindo. De acordo com especialistas do Vale do Silício, as tecnologias digitais são atualizadas anualmente.

Autor: José Pires de Araújo Jr.