Akad comemora 30 anos de atuação no mercado de impressão

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 19/09/2018
Fornecedora destaca-se há três décadas pelo pioneirismo

Fornecedora destaca-se há três décadas pelo pioneirismo

No dia 12 de setembro de 2018, a Akad completou 30 anos.

O fundador da empresa, André Kovesi, relembra a jornada da empresa fundada em 1988. Em 1991, a Akad vendeu a primeira impressora a jato de tinta colorida de grande formato instalada no Brasil, o que abriu as portas para um novo segmento. A máquina era usada exclusivamente para impressões de uso indoor. Poucas unidades do equipamento eram vendidas por ano. No entanto, gradualmente, a Akad foi ampliando sua clientela. Desde então, foram milhares de equipamentos Novajet comercializados, o que consolidou a marca no mercado. Atualmente, a linha de impressoras digitais da empresa também conta com tecnologias UV, sublimáticas e ecossolventes.

O pioneirismo na introdução de tecnologias, a carteira com mais de 40 mil clientes e os diversos prêmios conquistados são motivos de orgulho para a equipe da Akad, que desempenha seu melhor para viabilizar diversos negócios aos clientes.

Fernando Schevz, diretor de grande formato da Akad, declarou: “Nas feiras e eventos do mercado, temos experiências muito gratificantes ao reencontramos clientes que começaram há muitos anos com apenas uma plotter de recorte. Hoje, eles possuem um significativo parque de equipamentos e se tornaram empresários de grande sucesso. Ficamos muito realizados por participar deste desenvolvimento, que é tão importante para o Brasil”.

Em constante evolução, neste momento a empresa atua em segmentos como sinalização, identificação, gravação a laser, sublimação e impressão de grande formato.

Neste aniversário, a Akad agradece a seus colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores.

Fonte: Akad



Expositores divulgam prévia de lançamentos da Febratex 2018

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 10/07/2018
Conheça de antemão algumas atrações para o segmento de estamparia digital têxtil

Conheça de antemão algumas atrações para o segmento de estamparia digital têxtil

Os expositores da Febratex, Feira Brasileira para a Indústria Têxtil, estão divulgando os lançamentos que serão destacados na 16ª edição do evento, que ocorrerá entre os dias 21 e 24 de agosto de 2018, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC).

Segundo a organização, a Febratex 2018 reunirá mais de 2.400 marcas de tecnologia relacionada à cadeia produtiva têxtil mundial. Os interessados em visitar a exposição podem fazer o credenciamento, gratuitamente, pelo site.

Confira, abaixo, lançamentos e informações de alguns expositores de estamparia digital têxtil da Febratex 2018:

- Ampla: fabricante nacional, a empresa destacará a impressora sublimática TX-MAX, indicada para quem busca entrar na estamparia digital ou expandir seus negócios. A máquina pode produzir estampas únicas e exclusivas para a indústria têxtil e de confecções. Possui largura de 1,9m e conta com duas cabeças DX5, com produção de até 32m²/h no modo de produção 4 passadas.

- Engecolor: especializada em soluções para gerenciamento de cor, a empresa lançará o VS3200, PantoneLive, Ci7500. Em seu estande, haverá colorímetros, espetrofotômetros, equipamentos para medição em linha e softwares de controle de qualidade e criação de perfis ICC e cartelas Pantone.

- Fremplast Tintas: apresentará a impressora sublimática CS1802. A empresa também realizará promoções comerciais.

- Galileu Tecnologia: a expositora estará presente na feira para apresentar soluções das marcas Gerber, AccuPlan, Barudan e Mimaki.

- Global Química & Moda: no estande da fornecedora estarão equipamentos de impressão digital têxtil da Epson, tintas digitais da Sensient e produtos para preparação de tecidos da Lamberti. A empresa também participará da “A impressão digital na era da indústria 4.0”, no Seminário tecnológico ABTT.

- MK Química: fornecedora de especialidades químicas, a empresa exporá materiais como o Maxifix MK T-FPC, fixador que promove a melhoria da solidez à lavagem e fricção e não altera as cores do tingimento.

- Quimisa: levará corantes (reativos, dispersos, ácidos e diretos), auxiliares têxteis e produtos para estamparias, tinturarias e lavanderias.

- Sensiente: apresentará tintas para impressão digital têxtil para cabeças Epson DX (ElvaJet Swift) e Kyocera (Xennia Amethyst, Xennia Corundum, Xennia Opal e Xennia Agate).

- Sintequímica do Brasil: mostrará tintas DuPont Artistri e corantes diretos e sublimáticos para estamparia têxtil digital. Apresentará também pigmentos dispersos à base d’água, produtos auxiliares para estamparia têxtil e produtos de efeito especial para estamparia têxtil.

- SPGPrints: apresentará seu portfólio de máquinas de impressão digital, tintas digitais e gravação de cilindros a laser da tecnologia Archer.

- Sulfet: com atuação na área de equipamentos de impressão e serigrafia, a empresa, de origem turca, passará a comercializar soluções para o mercado brasileiro.

- Tintas Digitais: apresentará sua linha de tintas sublimáticas Globaltech e impressoras de grandes formatos.

Fonte: Febratex



Aplicação de vinil adesivo: quando usar primer ou vedador de bordas – Parte 1

Por Eduardo Yamashita em 01/11/2016
Primer atua como elemento de adesão entre a superfície e o vinil adesivo aplicado

Primer atua como elemento de adesão entre a superfície e o vinil adesivo aplicado

Muitos profissionais de comunicação visual têm dúvidas sobre o correto uso de primer e vedadores de bordas nos trabalhos de aplicação de vinil adesivo. Para ajudá-los a fazer a melhor escolha, este artigo técnico, dividido em duas partes, apresentará conceitos, aplicações e cuidados.

Primer

Líquido composto com resinas (acrílica ou vinílica) dissolvidas em solventes hidrocarbonetos aromáticos, como o acetato de butila. Trata-se de uma tinta de alta aderência, também conhecida como promotor de aderência. O principal objetivo do primer é aumentar a aderência à superfície. É na camada do primer que o vinil adesivo será aplicado.

Há um primer específico para cada tipo de material (plásticos, madeira, entre outros). No entanto, algumas superfícies plásticas não apresentam as condições ideais para a adesivação de vinis adesivos. Isso ocorre por não serem porosas, quimicamente inertes e/ou com baixa energia superficial. A adesão de adesivos sobre filmes plásticos depende dos seguintes fatores:

Tensão superficial

Está relacionada à força coesiva, que é responsável pela união das moléculas de um líquido. Na superfície, essa força tende a ser maior, pois as moléculas não estão ligadas umas às outras por todos os lados. Isso provoca a formação de um filme invisível na superfície do líquido, que faz com que seja mais difícil movimentar um objeto sobre essa superfície do que se ele estivesse completamente submerso. A força necessária para romper um filme de 1cm de comprimento é chamada de tensão superficial, sendo expressa em dinas por centímetro.

Sem a devida adesão, o vinil adesivo depois de aplicado pode começar a descolar, como apontado nessa imagem

Molhabilidade

As forças entre moléculas diferentes são chamadas de forças adesivas. Para que um líquido forme uma película uniforme sobre um sólido (em vez de formar gotículas), é necessário que sua tensão superficial seja inferior às forças adesivas entre o líquido e o sólido. Quando isso ocorre, o líquido tem uma excelente molhabilidade sobre o sólido, ou seja, ele se espalha sobre o sólido. A molhabilidade pode ser medida pelo ângulo de contato entre o líquido e a superfície, o qual permite quantificar a afinidade entre o líquido e o sólido. O ângulo nulo indica ótima afinidade e, portanto, máxima molhabilidade.

Quando se aplica um adesivo sobre uma superfície de polietileno sem tratamento, ele não entrará em contato totalmente com a superfície, formando áreas sem contato, porque a tensão superficial do adesivo é superior às forças adesivas entre o adesivo e o plástico.

Tensão superficial e molhabilidade são duas características a serem observadas no momento da aplicação do primer

As poliolefinas (polímeros compostos por carbono e hidrogênio, como polietileno e polipropileno) apresentam as maiores dificuldades de adesão, porque, além de possuírem baixa molhabilidade, são apolares, ou seja, incompatíveis com adesivos, que são polares. Por isso, os plásticos, antes de passarem pelo processo de adesivação, devem ser submetidos a um tratamento superficial, com o objetivo de modificar suas superfícies e melhorar suas características de adesão. Os tipos de tratamento superficiais mais comuns para plásticos são:

- Tratamento químico

Consiste na aplicação de um verniz na superfície de materiais (folhas de alumínio, papéis e plásticos), de modo a criar condições para a ancoragem de tintas, adesivos e outros revestimentos. Ele é o mais utilizado na aplicação de vinis adesivos em plásticos. Em substratos porosos, como madeira e gesso, o verniz também sela a superfície, de modo a evitar a posterior libertação de ar contido nos poros, que ocasionará bolhas no revestimento final.

- Corona

Consiste na aplicação de descargas eletrostáticas sobre a superfície do substrato, de modo a aumentar sua energia superficial e melhorar a ancoragem do adesivo. Ele é aplicado ao plástico por meio de um equipamento composto por fonte de alta frequência, transformador de alta voltagem e estação de tratamento. Essa última consiste em um par de eletrodos: um deles tem alto potencial, o outro é composto por um cilindro de metal aterrado e revestido por um material isolante que suporta o substrato. O efeito é obtido pela ionização do oxigênio presente entre os eletrodos, que polariza a superfície do filme e aumenta sua energia superficial. Esse é o principal tratamento aplicado nos filmes de polietileno e polipropileno, podendo ser utilizado também em outros materiais, como PET e BOPP.

- Tratamento a chama

É realizado pela combustão de um gás (metano, propano ou butano). A chama atua sobre a superfície do filme, que é resfriado imediatamente ao passar por um cilindro com água gelada. O tratamento a chama permite efeitos mais intensos, não atinge o lado oposto do material, não provoca microfuros e apresenta baixo decaimento do nível de tratamento com o tempo. Entretanto, ainda não é possível sua aplicação em filmes de PE e PP, devido às baixas velocidades das máquinas extrusoras, sendo mais aplicado em filmes de BOPP.

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual