Akad apresenta nova impressora ecossolvente

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 14/06/2016
Novajet DX1080 modelo 1602 vem com um conjunto de seis cores de tintas

Novajet DX1080 modelo 1602 vem com um conjunto de seis cores de tintas

A fornecedora Akad anunciou o lançamento da Novajet DX1080 modelo 1602, impressora ecossolvente indicada para trabalhos com mídias como vinis adesivos, canvas, lonas e papéis fotográficos, para produção de painéis, displays, adesivos, decoração de ambientes, posters, peças para pontos de venda, entre outras aplicações.

Com largura de 1,50m e duas cabeças de impressão, a máquina emprega conjunto com seis cores de tintas (CMYK, Lc, Lm), o que torna possível a reprodução de imagens com variações de tonalidades mais suaves.

Segundo a empresa, com capacidade de trabalhar com resolução de até 720 x 2.880dpi (modo de 8 passadas), a Novajet DX1080 oferece diversos modos de impressão versáteis que facilitam a adequação da qualidade e da velocidade de produção.

Com sistema rolo a rolo e rebobinador de mídia (take‐up), a impressora também oferece facilidade de operação e conta com sistema automático de limpeza das cabeças.

Fonte: Akad



Dicas para produção de sublimação por calandra

Por João Leodonio em 04/03/2018
Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

Calandra pode aumentar a produtividade, desde que bem utilizada

A sublimação por calandra é o processo de transferência de imagens realizada por equipamentos cilíndricos que produzem de forma ininterrupta. Pode ser direta ou realizada por meio de rolos de papel impresso.

Há duas formas de estampagem na sublimação por calandra: imagem localizada ou imagem corrida cobrindo toda a área do papel (posterior do tecido). Nos dois casos, pode-se utilizar o rolo de tecido ou o tecido já cortado.

A sublimação por calandra é uma excelente opção para quem quer sublimar tecidos em rolos e estampas corridas exclusivas, pois trata-se de um processo que oferece velocidade de produção rápida. É também uma boa opção para estampas localizadas e com o corte já feito. Antes de adquirir uma calandra, recomenda-se analisar a relação custo x benefício e compará-la com o processo folha a folha de prensa plana.

Cuidado: papéis e tecidos já cortados podem enrugar durante o processamento na calandra

Limites de largura

As larguras são estipuladas de acordo com o tecido e a estampa (dimensionada com a produção). As mais comuns são 1,20m; 1,50m; 1,60m e 1,80m, mas há exceções.

Tipo de tecido

Quanto à composição do tecido, o ideal é 100% poliéster ou composto com outro tipo de fio com alta quantidade de poliéster. O tecido tubolar não pode ser utilizado em função de seu tipo de fabricação.

Problemas

Papéis ou tecidos já cortados podem enrugar no processo e causar problemas de estrias. Eles também podem sair do lugar, e a estampa será transferida erroneamente. Portanto, é prudente evitar passar na calandra papel e tecido já cortados.

Quando se utiliza rolo de tecido e papel impresso, um dos problemas mais comuns é a falta de tensão por igual nos lados da calandra. Neste caso, a habilidade do operador faz toda a diferença. Além do acerto inicial, é preciso atentar-se durante todo o processo, para evitar que não aconteçam falhas na sublimação.

Quando o serviço colocado em máquina não está no rolo ou as imagens estão para fora do tecido (sangria), a manta de apoio da calandra pode manchar. O ideal é passar, entre o tecido e a manta, um papel kraft de 100g/m2, para ele absorver o excesso de tinta e proteger a manta.

Regule corretamente as varáives do processo, para evitar falhas e retrabalhos

Temperatura e velocidade

São as variáveis que limitam o processo e o tipo de tecido utilizado. Para sublimar alguns tipos de tecido, é preciso mudar as regulagens de temperatura e velocidade porque elas podem alterar a estrutura do fio.

Com a necessidade de maior produtividade, algumas empresas aumentam a velocidade da passada. Porém, se ela for superior ao mínimo para um serviço de qualidade, poderá acontecer falhas causadas pela pouca transferência e pouca exposição, como manchas mais claras. O ideal de velocidade é de 1 a 3 m/min.

Quanto à temperatura, a média é de 200ºC. O ideal é variar entre 195ºC e 220ºC. O recomendado é ajustar essa variável de acordo com o tipo de tecido, pois há materiais que não suportam temperaturas muito altas. Porém, deve-se observar a qualidade do serviço em temperaturas mais baixas.

Sobre o autor: João Leodonio atua no segmento gráfico há 10 anos, como gerente de produção e consultor. Tecnólogo em produção gráfica, atuou como palestrante pela Imprensa Oficial, de Angola, e como consultor de processos produtivos. É proprietário da Pari Transfer Sublimático 

 



Metalnox remodela prensa térmica para sublimação em grandes formatos

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 07/10/2015
PTS 950 Basic apresenta nova medida de fôrma

PTS 950 Basic apresenta nova medida de fôrma

A Metalnox, fabricante nacional de equipamentos para estamparia têxtil, anunciou um novo tamanho de bandeja para a PTS 950 Basic, prensa térmica empregada para sublimação digital de grandes formatos. A máquina é indicada para produções de camisetas esportivas, linha fitness, moda praia, decoração, entre outras aplicações.

O equipamento, que possui estrutura compacta e de fácil operação, conta agora com duas bandejas de 700mm x 1.100mm. Trata-se de uma área útil maior, para facilitar os trabalhos e ampliar o leque de possibilidades de aplicações.

Segundo a empresa, a PTS 950 Basic possui fôrmas térmicas com teflonização dupla, resistência fundida e usinada em alumínio e uniformidade de pressão e temperatura em toda sua área.

Todos os equipamentos da Metalnox possuem um ano de garantia e assistência técnica permanente. De fabricação totalmente nacional, os produtos podem ser financiados pelo BNDES e Finame.

Fonte: Metalnox