Agfa apresenta impressora sublimática para sinalização e estamparia

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 04/07/2013

Ardeco é impressora sublimática da Agfa

Ardeco é impressora sublimática da Agfa

A Agfa, fabricante de insumos e equipamentos digitais, anunciou uma nova impressora de sublimação, a Ardeco. Especialmente desenvolvida para produção de alto volume, a máquina conta com um sistema avançado de alimentação de substrato e uma variedade de configurações de cabeça de impressão. Além disso, a impressora possui um sistema de corte em linha.

A Ardeco — que pode trabalhar com tecido de poliéster de até 3,2m de largura — é capaz de imprimir cores sólidas, garantindo imagens de qualidade em peças de sinalização, como displays e bandeiras.

A máquina vem também com uma calandra embutida, dispensando, portanto, dispositivos adicionais de transferência. Sua tinta tem características que fazem com que os tecidos possam passar pelo processo de impressão sem qualquer tipo de dano.

Fonte: Agfa



Por que instalações com vinis adesivos falham? (parte 1)

Por Eduardo Yamashita em 08/08/2014

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Na primeira parte deste artigo técnico, conheça os problemas que podem acontecer na instalação de vinis adesivos

Imagens em vinil adesivo podem ser usadas para produzir anúncios, cartazes, outdoors, banners e envelopamento de veículos. Quando tudo vai bem, as imagens duram e são eficientes e atraentes. No entanto, é possível acontecer muitos erros na instalação dos vinis – a maioria dos trabalhos não é perfeita. Se a imagem instalada tem bolhas ou rugas, o trabalho fracassou. Se o vinil começa a levantar, ressecar ou levantar da superfície, a falha é grave.

A "falha do vinil" acontece quando o cliente rejeita a imagem por causa da baixa qualidade do trabalho ou porque o vinil não adere como deveria. Ao entender as causas das falhas da aplicação, é possível impedi-las. Este artigo identifica problemas, analisa causas e recomenda soluções nas instalações de vinis.

Problemas de instalação

Falta de capacitação

As falhas mais comuns do envelopamento de veículo são: bolhas, rugas, acabamento mal feito, posicionamento inadequado e baixa aderência do vinil adesivo. Os quatro primeiros estão relacionados à instalação e raramente ocorrem quando o instalador é qualificado. Na instalação, não basta ter uma espátula e saber qual lado do vinil é pegajoso. Dependendo da situação, é necessária a contratação de um profissional para ensinar e treinar a equipe.

Adesão

A baixa aderência do vinil adesivo é recorrente em recortes, contornos de objetos (acessórios) salientes e bordas da imagem. A limpeza inadequada provoca fraca adesão da película. Portanto, coloque em prática técnicas de limpeza que usem soluções adequadas e panos (um molhado, para esfregar com a solução de limpeza, e um seco, para remover a solução antes da evaporação do solvente). Também realize movimentos minuciosos e metódicos. Preste atenção extra às bordas da superfície. A instalação será prejudicada caso a pressão da espátula seja insuficiente ou se não houver espatulação adequada.

Alongamento excessivo

Se vinil é esticado em demasia, sua memória pode levantá-lo. Portanto, nunca estique o vinil em superfícies planas ou ligeiramente curvadas. Para partes simples dos veículos, quando a forma só muda em uma direção, aplique a película de modo descontraído. Instale o vinil até os recuos (baixos relevos ou curvas complexas) e trabalhe-o na primeira área rebaixada completamente. Jamais deixe uma área para ser empurrada (esticada) para o recuo. Em seguida, aplique o vinil para a área seguinte, do mesmo modo.

A maioria dos veículos tem curvas complexas que mudam de forma em mais de uma direção ao mesmo tempo. É impossível conformar o vinil (sem esticá-lo) de uma curva simples em uma complexa. Mesmo os melhores vinis (projetados para as superfícies mais complexas) são incapazes de envolver uma bola em uma só peça, sem emendas, cortes ou rugas.

O vinil tem limites, e profissionais só devem vender e produzir em superfícies que tenham probabilidade de sucesso. A regra de ouro para curvas complexas é esticar o vinil o mínimo necessário.

O sucesso da aplicação depende do vinil certo e impresso corretamente, instalado numa superfície limpa, esticado minimamente e pós-aquecido.

Pós-aquecimento

O pós-aquecimento ocorre depois de a imagem ter sido devidamente aplicada. Ela deve estar completamente livre de defeitos, áreas soltas ou bolhas.

O vinil é aquecido com um soprador térmico de ar quente sob a temperatura máxima. Deve-se movê-lo lentamente em toda a área da imagem.

Verifique com o fabricante do vinil a temperatura recomendada para cada filme. Geralmente varia de 100ºC a 150ºC.

Recomenda-se um reforço cuidadoso e metódico de pós-aquecimento nas áreas com curvas complexas, assim como em todas as partes da imagem.

Leia a segunda parte desse artigo técnico.

Esse artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

Este artigo técnico foi patrocinado pela Imprimax, fabricante de vinis adesivos

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Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual

Sobre o autor: Eduardo Yamashita é consultor técnico especializado em vinis adesivos, envelopamento de carro e comunicação visual



POD Iberia lançará impressoras para estamparia têxtil

Por Luiz Ricardo Emanuelli em 24/05/2013

Durante a Fespa 2013, em Londres, a POD Iberia, fabricante de impressoras digitais, planeja lançar equipamentos para estamparia têxtil. No evento, a marca deve mostrar sua nova solução sublimática com fixação integrada, a MTEX 1800.

Com uma velocidade máxima de 65m²/h e resolução de até 1440dpi, a MTEX 1800 promete uma considerável economia de tempo, uma vez que a novidade dispensa a impressão prévia no papel transfer. Confira mais características da máquina:

  • Largura de impressão de 1,8m;
  • Sistema contínuo de tinta (bulk ink) de dois litros;
  • Sistema de alimentação de rolo sincronizado;
  • Sistema de dispositivo eletropneumático;
  • Compatível com tintas de sublimação;
  • Duas cabeças de impressão Epson DX6.
MTEX 1800: impressora sublimática com sistema integrado de fixação

MTEX 1800: impressora sublimática com sistema integrado de fixação

A impressora MTEX 500 também será demonstrada na ocasião. Criada para o mercado da moda e indústria de vestuário, a máquina vem com uma cinta adesiva (no sistema de alimentação de substratos) para trabalhar com malhas e tecidos típicos destes setores. Ela opera a 80m²/h, com qualidade de 600dpi, podendo chegar a 120m²/h em sua velocidade máxima, a uma largura de impressão de 1,8m e sistema de secagem infravermelho. Apresentada em duas versões (MTEX 500P e MTEX 500C), a impressora se mostra bastante versátil:

  • MTEX 500P: adaptada para trabalhar com poliamidas, lycras e tecidos esticados, contém um sistema de alimentação único e um secador horizontal integrado;
  • MTEX 500C: para tecidos não esticados, é compatível com uma série de materiais como algodão, poliamida, seda e nylon.

Fonte: Large Format Review